Relembre a ousada operação que resgatou piloto americano ferido escondido em montanhas do Irã por mais de 50 horas
há 1 hora
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No início de abril, um caça F-15E Strike Eagle foi abatido sobre o território do Irã. A tripulação ejetou-se, mas o oficial de sistemas de armas, conhecido pelo codinome "Bravo", ficou ferido e isolado em área montanhosa. Enquanto o piloto foi resgatado pouco depois da queda, ele permaneceu desaparecido por mais de 50 horas. Mesmo com fraturas na coluna, braço e ombro, além de ferimentos na cabeça e no rosto, o militar escalou até o topo de uma elevação a cerca de 2.100 metros de altitude, escondeu-se em uma fenda nas rochas e evitou ser capturado pelas forças iranianas, portando apenas uma pistola, um rádio e um transmissor de localização.
A operação de resgate mobilizou centenas de militares, forças especiais e agentes da CIA. Para despistar os perseguidores, foram usadas estratégias de distração enquanto aeronaves americanas lançavam bombas na região para abrir caminho. Ao chegar ao local, as equipes conseguiram retirar o militar com segurança, mas duas aeronaves foram danificadas durante a operação e precisaram ser destruídas no solo para impedir que equipamentos sensíveis caíssem em mãos inimigas. O presidente Donald Trump acompanhou a missão em tempo real e comemorou: "Conseguimos pegá-lo! Uma das operações de busca e resgate mais ousadas da história americana".
A ex-piloto da Marinha Amy McGrath explicou que todos os tripulantes de aviões de combate passam por rigoroso treinamento de sobrevivência, preparados para sinalizar e confiar que serão encontrados. Ejetar sobre um país hostil como o Irã, porém, torna tudo mais difícil: a área é imensa e não se sabe se a população local ajudará ou denunciará o militar. O sucesso da operação dependeu tanto do preparo individual do piloto quanto da ação coordenada de inteligência e forças de elite.
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