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Reportagem diz que militares dos EUA testaram arma de energia ligada à Síndrome de Havana

  • há 15 minutos
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Uma reportagem exibida pela TV americana CBS no programa “60 Minutes” afirmou que militares dos Estados Unidos testaram um dispositivo de energia que pode estar relacionado aos sintomas conhecidos como Síndrome de Havana. O fenômeno envolve uma série de problemas neurológicos relatados por diplomatas, espiões e militares americanos desde 2016.

Segundo a reportagem, o dispositivo foi obtido secretamente pelo governo americano em uma operação que teria custado cerca de US$ 15 milhões. O equipamento teria sido adquirido por meio de uma rede criminosa russa e financiado com recursos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

De acordo com as informações divulgadas, o aparelho utiliza ondas eletromagnéticas pulsadas, semelhantes a micro-ondas direcionadas, capazes de atingir tecidos do cérebro sem produzir calor perceptível. O equipamento poderia ser controlado remotamente e teria alcance suficiente para atravessar paredes e janelas.

A reportagem afirma que o dispositivo passou por testes em um laboratório militar americano durante mais de um ano. Experimentos realizados em animais, como ratos e ovelhas, teriam produzido lesões cerebrais semelhantes às encontradas em pessoas que relataram sintomas da chamada Síndrome de Havana.

Os sintomas associados ao fenômeno incluem vertigem, dores de cabeça intensas, problemas de equilíbrio, perda auditiva e dificuldades cognitivas. Esses relatos surgiram inicialmente entre diplomatas americanos que trabalhavam na embaixada dos Estados Unidos em Cuba e posteriormente foram registrados em outros países.

Apesar das novas informações apresentadas pela reportagem, a origem exata da Síndrome de Havana continua sendo motivo de debate. Avaliações anteriores da comunidade de inteligência dos EUA chegaram a considerar improvável que um adversário estrangeiro estivesse por trás de uma campanha global usando armas de energia, mantendo o caso cercado de controvérsias.

A investigação jornalística reacendeu discussões dentro do governo americano sobre a possibilidade de armas de energia direcionada estarem relacionadas aos casos relatados por funcionários dos Estados Unidos ao redor do mundo. Autoridades afirmam que as pesquisas e análises sobre o fenômeno continuam em andamento.

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Gazeta de Varginha

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