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SUS passa a oferecer reconstrução dentária gratuita para mulheres vítimas de violência

  • há 4 horas
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SUS passa a oferecer reconstrução dentária gratuita para mulheres vítimas de violência
Divulgação
SUS passa a oferecer reconstrução dentária gratuita para mulheres vítimas de violência.

Mulheres vítimas de violência terão acesso a tratamento odontológico completo e gratuito por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida inclui procedimentos como próteses, implantes, restaurações e outras intervenções necessárias para a reconstrução dental das pacientes.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (5) pelo Ministério da Saúde e integra um conjunto de ações voltadas ao enfrentamento do Feminicídio no país.

De acordo com a pasta, o programa contará com reforço tecnológico para ampliar o atendimento. Serão disponibilizadas 500 impressoras 3D e scanners odontológicos, que funcionarão em unidades odontológicas móveis distribuídas em diferentes regiões do Brasil.

Em 2025, o governo já distribuiu 400 novos veículos odontológicos, e a previsão é que outras 800 unidades entrem em circulação até o final deste ano, ampliando o alcance dos atendimentos e facilitando o acesso das vítimas aos serviços de saúde bucal.

Durante o anúncio, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha destacou a importância da participação de toda a sociedade no combate à violência contra mulheres.

“Se os homens não se engajarem no enfrentamento à violência contra as mulheres, a gente não vai ganhar essa batalha. As mulheres já lutam por isso há muitos anos, há décadas. Está na hora dos homens entrarem com mais força nessa luta. E a gente, que é da área da saúde, mais ainda”, afirmou o ministro.

Ainda nesta quinta-feira, o ministério informou que solicitou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão do termo feminicídio na Classificação Internacional de Doenças. A proposta busca dar maior visibilidade às mortes de mulheres motivadas por desigualdade de gênero, que atualmente são registradas de forma genérica como agressão.

A iniciativa pretende ampliar o reconhecimento desse tipo de crime em registros de saúde pública e contribuir para o fortalecimento das políticas de prevenção e enfrentamento da violência contra mulheres.
Fonte: AgBrasil

Gazeta de Varginha

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