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Suspeito de jogar homem no Ribeirão Arrudas pede dinheiro e tenta assaltar mulher um dia após ser solto em BH

  • 6 de jan.
  • 2 min de leitura

fonte: itatiaia
fonte: itatiaia
Warlley Silva de Paula, de 29 anos, suspeito de ter jogado um homem no Ribeirão Arrudas, em Belo Horizonte, foi preso novamente pela Polícia Militar nesta terça-feira (6), um dia após ter sido colocado em liberdade pela Justiça. Desta vez, ele é acusado de tentar assaltar uma mulher no bairro Barro Preto, na região Centro-Sul da capital.
Segundo a Polícia Militar, Warlley, que vive em situação de rua, abordou uma mulher de 42 anos que havia acabado de desembarcar de uma viagem durante a madrugada. Antes da tentativa de assalto, ele pediu dinheiro à vítima e a outros passageiros que estavam no mesmo local.
Em entrevista à Rádio Itatiaia, a mulher contou que ficou sozinha aguardando um carro por aplicativo quando o suspeito se aproximou e tentou tomar seu celular. Houve luta corporal, e a vítima gritou por socorro.
Dois homens, também em situação de rua, intervieram para ajudar a mulher. Warlley soltou a vítima, mas conseguiu pegar a bolsa dela e fugiu. Os homens correram atrás do suspeito, recuperaram a bolsa e chegaram a agredi-lo antes da chegada da polícia.
A PM abordou inicialmente os homens que defenderam a vítima, mas, após liberá-los, iniciou buscas por Warlley, que foi localizado e preso pouco depois. No momento da prisão, ele não usava tornozeleira eletrônica, uma das medidas cautelares impostas pela Justiça ao conceder sua liberdade no domingo (4).
Homem jogado no ArrudasWarlley foi flagrado por câmeras de segurança na última sexta-feira (2) jogando Maurício Santos da Silva, de 50 anos, no Ribeirão Arrudas. A vítima, que também vivia em situação de rua, ainda não foi localizada.
Na audiência de custódia que resultou na soltura do suspeito, a Defensoria Pública alegou que Warlley é inimputável, por sofrer de transtornos mentais. O juiz Diego Gómez Lourenço acatou o pedido, destacando que, apesar da gravidade do crime, havia indícios de transtorno mental severo, fato observado durante a audiência.
Entre as medidas cautelares impostas estavam a monitoração eletrônica, encaminhamento à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), proibição de contato com familiares da vítima e testemunhas, restrição de saída da comarca de Belo Horizonte e obrigação de manter endereço atualizado.
Histórico criminalDe acordo com a Justiça, antes do caso do Ribeirão Arrudas, Warlley já cumpria medida de segurança por crimes de roubo, além de responder por furtos e resistência. Nos últimos cinco anos, ele obteve liberdade provisória em quatro ocasiões: em 2020, 2021, dezembro de 2025 e novamente poucos dias após o episódio no Arrudas.

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Gazeta de Varginha

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