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TJMG e OAB/MG reforçam diálogo e cooperação institucional em Varginha

  • há 3 minutos
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Reprodução
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O 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Marcos Lincoln dos Santos, recebeu, nesta terça-feira (10/02), a visita do advogado Henrique Caldeira Teixeira Santos. O encontro teve como objetivo principal estreitar os laços institucionais entre o tribunal e a Subseção de Varginha da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MG), consolidando a cooperação entre as entidades e promovendo um ambiente de diálogo construtivo.
De acordo com o desembargador Marcos Lincoln, a reunião integra uma agenda contínua de aproximação com as subseções regionais da OAB, que visa fomentar o debate sobre temas de interesse comum da comunidade jurídica. Segundo ele, a interlocução frequente entre magistrados e advogados contribui significativamente para o aprimoramento da prestação jurisdicional, além de fortalecer as relações institucionais, criando vínculos que beneficiam tanto o tribunal quanto a advocacia.
Durante a recepção, o magistrado destacou que o diálogo permanente entre o Poder Judiciário e a advocacia é um elemento essencial para a boa administração da Justiça.
“O diálogo permanente entre o Poder Judiciário e a advocacia é essencial à administração da Justiça”, afirmou. Para ele, manter canais de comunicação abertos e eficientes garante que as demandas da sociedade sejam atendidas com maior eficiência e que a relação entre as instituições seja pautada pelo respeito mútuo e pela cooperação.
Representando a advocacia varginhense, Henrique Caldeira Teixeira Santos ressaltou a importância de manter uma interação constante e construtiva entre os operadores do Direito. Para o advogado, essa proximidade institucional permite que a classe desempenhe plenamente seu papel social, assegurando a proteção dos direitos dos cidadãos e contribuindo para a promoção da justiça em toda a comunidade.
Além disso, Santos enfatizou a necessidade de manter um convívio saudável nos ambientes forenses, destacando que relações funcionais, respeitosas e harmoniosas entre magistrados e advogados são fundamentais para o bom funcionamento do sistema jurídico.
Segundo ele, essa convivência institucional favorece a cooperação, fortalece a confiança entre as entidades e contribui para que a prestação de serviços jurídicos seja cada vez mais eficiente, transparente e alinhada aos princípios da ética e da justiça.
Fonte: TJMG

Gazeta de Varginha

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