top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Trump e Xi devem discutir Irã, armas nucleares, comércio e inteligência artificial em encontro na China

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
Reprodução


Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, devem discutir temas como Irã, Taiwan, inteligência artificial e armas nucleares durante a visita de dois dias de Trump à China nesta semana. A informação foi antecipada por autoridades americanas, que detalharam a agenda do encontro entre os líderes.

As conversas ocorrerão em meio à tentativa de estabilizar as relações entre os dois países, que enfrentam tensões relacionadas ao comércio, à guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã e a outras divergências. Esse será o primeiro encontro presencial entre Trump e Xi em mais de seis meses.

Trump deve chegar a Pequim na quarta-feira (13), com reuniões previstas para quinta-feira (14) e sexta-feira (15). A viagem marca a primeira ida do presidente norte-americano à China desde 2017.

Durante o encontro, Washington e Pequim devem avançar em acordos para facilitar o comércio e o investimento mútuos. Autoridades indicam que a China poderá anunciar compras de aviões da Boeing, além de produtos agrícolas e energia dos Estados Unidos. Também há expectativa de anúncio de fóruns voltados ao comércio e ao investimento, embora esses mecanismos ainda dependam de etapas posteriores para implementação.

Outro ponto em discussão será a possível prorrogação de uma trégua na guerra comercial entre os dois países, que permite o fluxo de minerais de terras raras da China para os Estados Unidos. Apesar de ainda não haver definição sobre a extensão do acordo, autoridades afirmaram que ele continua em vigor e pode ser renovado futuramente.

As negociações também devem abordar temas considerados sensíveis, como as relações da China com o Irã e a Rússia, além da situação de Taiwan. Pequim mantém laços com o Irã e é um dos principais compradores de seu petróleo, enquanto Trump tem pressionado a China a usar sua influência para que Teerã chegue a um acordo com Washington e encerre o conflito iniciado após ataques no final de fevereiro.

Além disso, assessores americanos demonstraram preocupação com o desenvolvimento de modelos avançados de inteligência artificial na China e defendem a criação de um canal de comunicação para evitar conflitos relacionados ao uso dessa tecnologia. Já no campo nuclear, os Estados Unidos buscam iniciar discussões com Pequim, mas autoridades afirmam que o governo chinês não tem interesse, neste momento, em tratar de controle de armas nucleares.

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page