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Aliado de María Corina Machado é sequestrado em Caracas horas após ser libertado da prisão

  • gazetadevarginhasi
  • há 20 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Um aliado próximo da líder da oposição venezuelana María Corina Machado foi sequestrado em Caracas na madrugada de segunda-feira (9) — menos de 24 horas depois de ter sido libertado de prisão —, gerando forte preocupação entre opositores e defensores de direitos humanos.

De acordo com a própria Machado em publicações nas redes sociais, Juan Pablo Guanipa foi abordado por “homens fortemente armados” por volta da meia-noite (hora local) em um bairro residencial da capital venezuelana, quando caminava na rua após sua soltura.

Machado relatou que os homens armados, vestidos de roupas civis, chegaram em quatro veículos e o levaram à força, descrevendo a ação como um sequestro e exigindo sua libertação imediata.

A soltura de Juan Pablo Guanipa havia ocorrido no domingo (8), como parte de um processo recente em que o governo venezuelano libertou diversos membros proeminentes da oposição após longos períodos de detenção, muitos deles considerados presos políticos por organizações de direitos humanos.

Guanipa, que é um político veterano da oposição e já exerceu cargos públicos importantes, passou mais de oito meses sob custódia antes de ser liberado. Sua libertação fazia parte de um movimento mais amplo de soltura de detidos políticos, sob pressão de grupos internacionais de direitos humanos e após visitas de representantes de organismos internacionais à Venezuela.

A notícia do sequestro provocou expressões de preocupação não apenas entre apoiadores e familiares, mas também entre organizações de direitos humanos. O grupo Foro Penal, que monitora detenções políticas no país, confirmou que dezenas de opositores haviam sido libertados recentemente, mas não tinha informações concretas sobre a identidade dos responsáveis pelo sequestro de Guanipa.

Até o momento, não houve confirmação oficial das autoridades venezuelanas nem esclarecimentos públicos sobre quem está por trás do sequestro ou sobre a condição atual de Guanipa. A falta de informações claras alimenta inquietação entre políticos, ativistas e familiares, que têm exigido prova de vida e a imediata libertação do aliado opositor.

Gazeta de Varginha

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