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Ministro diz que juros do programa Minha Casa, Minha Vida não devem cair mesmo se Selic recuar em 2026

  • gazetadevarginhasi
  • há 9 minutos
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O governo federal confirmou em 2026 que as taxas de juros aplicadas aos financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) não serão reduzidas mesmo que a taxa básica de juros (Selic) venha a recuar no decorrer do ano, conforme declaração do ministro das Cidades, Jader Filho, a jornalistas. Segundo ele, os juros atuais já estariam nas mínimas históricas para o programa, e não há previsão de cortes adicionais, mesmo com expectativas de queda em outras partes da economia.

Durante evento na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ministro afirmou que, nas categorias de menor renda, as taxas praticadas hoje são cerca de 4% ao ano nas regiões Norte e Nordeste para a Faixa 1 do MCMV e 4,25% ao ano nas demais áreas, valores que classificou como historicamente baixos dentro das linhas de crédito habitacional.

Jader Filho explicou que, mesmo com a taxa Selic a 15% ao ano, que representa um dos patamares mais altos em quase duas décadas, o governo considera que as condições atuais do programa já estão adequadas e atendem às necessidades das famílias contempladas, motivo pelo qual não há previsão de nova redução nos juros.

No cenário de 2026, o Minha Casa, Minha Vida busca ampliar sua atuação no mercado habitacional brasileiro. O ministro projeta que o programa pode alcançar cerca de 3 milhões de contratos até o final do ano, um aumento em relação às metas iniciais do governo, e que depende também da saúde financeira do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da capacidade de execução das políticas públicas de habitação.

Os encargos de juros do MCMV têm sido apontados como um diferencial em relação a outras linhas de crédito imobiliário no país, especialmente em um contexto de juros elevados no mercado financeiro, que têm limitado o acesso ao crédito imobiliário convencional e pressionado a demanda por alternativas mais acessíveis de financiamento.

Gazeta de Varginha

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