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Anvisa suspende suplementos após identificar substâncias não declaradas e falhas de fabricação

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Reprodução
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a venda e o uso de suplementos alimentares das marcas Newfit e SharkPro. As medidas foram decididas na sexta-feira (14) e publicadas nesta segunda-feira (17) no Diário Oficial da União.

No caso dos produtos Newfit, uma análise realizada pelo Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificou sibutramina, fluoxetina e furosemida, substâncias que não apareciam na composição informada nas embalagens. A Anvisa classificou a presença desses componentes não declarados como indício de adulteração.

A agência determinou a apreensão e proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, exportação, propaganda e uso de todos os lotes dos produtos da Newfit. A marca é de responsabilidade da empresa RBB Top New.

Já no caso da SharkPro, pertencente à empresa RCA Labs, a Anvisa encontrou uma série de problemas relacionados ao processo de produção. Entre as irregularidades apontadas estão a ausência de controle de qualidade, armazenamento inadequado de matérias-primas, falta de registros de manutenção preventiva dos equipamentos e ausência de estudos de estabilidade dos suplementos.

Também foram identificadas falhas de regularização e de rotulagem nos produtos da SharkPro. A resolução cita, entre outros problemas, a ausência de informações sobre alergênicos e a falta de declaração sobre a possibilidade de contaminação cruzada em determinados produtos.

Por causa das irregularidades, a Anvisa determinou a suspensão e o recolhimento dos suplementos da marca, além da proibição de fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso.

A Anvisa mantém uma relação de produtos alimentares irregulares e orienta consumidores a consultar a situação de suplementos antes de utilizá-los. Entre as irregularidades que podem levar à ação da agência estão o uso de ingredientes não autorizados, problemas de qualidade e falhas relacionadas à fabricação e à rotulagem.
Fonte: G1

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Gazeta de Varginha

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