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Apesar de ter gasto R$ 262 mil em móveis, Lula corta R$ 15 bilhões em verbas de pastas como a Saúde

  • 31 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura
Nesta terça-feira, o governo federal detalhou a redução de R$ 15 bilhões nos gastos, anunciada há quase duas semanas. A medida é necessária para cumprir as regras fiscais das contas públicas em 2024.
Os ministérios da Saúde e das Cidades foram os mais afetados pelos cortes. O Ministério da Saúde sofreu uma redução de R$ 4,4 bilhões, enquanto o das Cidades perdeu R$ 2,1 bilhões. Os ministérios dos Transportes e da Educação também foram atingidos, com cortes de R$ 1,5 bilhão e R$ 1,2 bilhão, respectivamente.
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal programa de obras do governo, teve R$ 4,5 bilhões congelados. Os investimentos do PAC são distribuídos entre várias pastas, podendo haver cortes nos ministérios das Cidades e dos Transportes relacionados ao programa. Além disso, R$ 1,1 bilhão em emendas parlamentares foi congelado.
Foram bloqueados R$ 9 bilhões em despesas discricionárias da União, que são gastos não obrigatórios, como os salários de servidores, que são obrigatórios.
A lista das pastas mais afetadas não considera o tamanho do corte em relação ao orçamento total de cada área. Por exemplo, o Ministério da Saúde tem um dos maiores orçamentos da Esplanada dos Ministérios.
O detalhamento da contenção de despesas foi publicado nesta terça-feira (30) em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O corte também afetou parte das emendas parlamentares, recursos reservados no Orçamento da União para serem aplicados conforme a indicação de deputados e senadores, principal instrumento usado pelos parlamentares para enviar recursos para suas bases eleitorais.

Fonte:G1

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Gazeta de Varginha

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