ARTIGO: Quem imaginaria que a variável chuva poderia influenciar o resultado de uma eleição?

A chuva pode influenciar o resultado das eleições do segundo turno? O domingo, 25 de outubro, amanheceu com chuvas intensas que atingem praticamente toda a região Sudeste do Brasil.
Na capital paulista, a madrugada foi marcada por horas de estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo.
O Sudeste concentra mais de 41% do eleitorado brasileiro apto a votar, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As temperaturas previstas para hoje não devem ultrapassar os 21 °C em São Paulo e os 27 °C no Rio de Janeiro.
Diante desse cenário, surge uma questão: até que ponto as condições meteorológicas podem influenciar o comportamento dos eleitores e a participação nas urnas?
A chuva, o frio e as dificuldades de deslocamento podem se tornar fatores adicionais na decisão de sair de casa para votar. Mas será que a instabilidade meteorológica vai mobilizar o exercício da cidadania ou favorecer o conforto do sofá e das redes sociais?
Em um país de dimensões continentais, onde o clima pode variar significativamente de uma região para outra, acompanhar essa relação entre meteorologia e comportamento eleitoral também é uma forma de observar como fatores aparentemente cotidianos podem interferir na democracia.
Hoje, além dos candidatos, o “clima” também entra em campo.
Fonte: Diego Gazola é produtor de Nascentes da Crise, série documental em formato de reality que investiga o ciclo da água no planeta e as mudanças climáticas.





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