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Casal é condenado a 120 anos de prisão por matar filha de 1 ano em Minas; relembre o caso

  • 28 de jun. de 2023
  • 2 min de leitura

Reprodução / Redes Sociais


O Tribunal de Justiça de Justiça (TJMG) terminou, na madrugada desta quarta-feira (28), o julgamento do casal suspeito de matar a própria filha, de 1 ano e dois meses, em Montes Claros, em julho de 2021. Somadas, as penas passam dos 120 anos de prisão.

O julgamento do casal acusado de envolvimento na morte da bebê Maria Valentina começou na manhã de terça-feira (27) e seguiu durante todo o dia, com a sentença sendo lida apenas na madrugada desta quarta (28). Confira as penas de cada um dos envolvidos:

- A mãe de Maria Valentina foi condenada a 35 anos e sete meses por homicídio e 22 anos e seis meses por estupro de vulnerável em regime fechado;
- Já o pai da bebê foi condenado a 40 anos por homicídio e mais 22 anos e seis meses por estupro de vulnerável em regime fechado.

O juiz de direito Famblo Santos Costa decidiu que os dois condenados não terão direito a recorrer em liberdade, além de ter que pagar pelas custas processuais

Relembre o caso

Maria Valentina Alves Rodrigues morreu no dia 6 de julho de 2021, com 1 ano e dois meses. O corpo foi encontrado pela avó da criança. O pai da menina chegou a fugir após ver que a filha estava morta, mas foi preso horas depois, após ser contido pelos policiais.

A investigação da Polícia Civil apontou que os pais agrediram Maria Valentina durante a madrugada. Aos investigadores, a mãe confessou ter dado tapas e murros para a filha parar de chorar. Ela afirma que viu o marido dando um soco na bebê. O laudo pericial apontou que Maria Valentina foi vítima de abuso sexual.

Na época, o delegado Bruno Rezende disse que a criança sofria agressões recorrentemente, fato que foi confirmado pelos irmãos de Maria Valentina.

Além disso, os pais eram usuários de droga e costumavam deixar as crianças sozinhas em casa. A vulnerabilidade da família era tanta que Maria Valentina não possuía certidão de nascimento, que precisou ser providenciada para que ela fosse sepultada corretamente.


Fonte: Itatiaia

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Gazeta de Varginha

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