Casos de síndrome respiratória grave apresentam queda na maior parte do país
gazetadevarginhasi
30 de jan.
1 min de leitura
Divulgação
O mais recente boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta um cenário de redução dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na maior parte do Brasil. A principal exceção é a região Norte, onde o vírus da influenza A segue impulsionando o aumento de casos em alguns estados.
De acordo com o levantamento, Acre, Amazonas e Roraima registram incidência de SRAG classificada como nível de risco ou alto risco nas últimas semanas epidemiológicas. Segundo a pesquisadora Tatiana Portella, responsável pelo boletim, o crescimento acelerado dos casos no Amazonas e no Acre continua sendo provocado, principalmente, pela circulação do vírus da gripe.
“Diante dessa alta de influenza A em alguns estados do Norte, é essencial que a população prioritária da região, como indígenas, idosos e pessoas com comorbidades, se vacine o quanto antes contra o vírus. A vacina contra a influenza é bastante segura e é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos”, destacou a pesquisadora.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos de SRAG foi composta por 20,1% de influenza A, 2,3% de influenza B, 10,7% de vírus sincicial respiratório, 32,6% de rinovírus e 20,4% de Sars-CoV-2 (Covid-19).
Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus entre os casos positivos foi de 28,3% para influenza A, 3,5% para influenza B, 1,8% para vírus sincicial respiratório, 15,9% para rinovírus e 41,6% para Sars-CoV-2 (Covid-19).
Comentários