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Comoção após demolição de cinema em BH inspirou lei de proteção ao patrimônio nos anos 1980

  • gazetadevarginhasi
  • há 6 horas
  • 1 min de leitura

fonte: itatiaia
fonte: itatiaia
Belo Horizonte reúne mais de mil bens tombados — entre edificações, praças, jardins, árvores e até um antigo reservatório de água — que ajudam a reconstruir a trajetória da capital, prestes a completar 128 anos em 12 de dezembro. Ainda assim, parte desse patrimônio desapareceu ao longo das décadas, resultado de demolições que marcaram a história urbana da cidade.
Entre esta sexta (28) e domingo (30), o Jornal da Itatiaia Primeira Edição exibe uma série especial dedicada à memória arquitetônica da capital. A iniciativa percorre construções históricas e apresenta reflexões sobre identidade, preservação e o desafio de compatibilizar crescimento econômico com a manutenção dos marcos que caracterizam o cotidiano belo-horizontino.
O primeiro episódio revisita o significado do tombamento e a criação da legislação municipal de proteção, que nasceu no início dos anos 1980. Especialistas relembram como a repercussão pública em torno da demolição do Cine Metrópole — um dos símbolos culturais da cidade — gerou mobilização e resultou na regulamentação que passou a resguardar bens de relevância histórica, arquitetônica e afetiva.

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Gazeta de Varginha

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