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Criminosos cibernéticos que aplicavam golpes em idosos são presos em operação conjunta

  • gazetadevarginhasi
  • 27 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura
Criminosos cibernéticos que aplicavam golpes em idosos são presos em operação conjunta
Divulgação
Operação Firewall prende três suspeitos de crimes cibernéticos contra idosos em Minas e São Paulo.

O Grupo de Atuação Especial aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber) do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou, nesta quinta-feira (26/6), a operação “Firewall”, que resultou na prisão preventiva de duas pessoas e no cumprimento de mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudes eletrônicas contra idosos.

O caso, que teve início em agosto de 2021, envolve um casal de idosos de Belo Horizonte que foi vítima de um elaborado esquema criminoso, que causou prejuízo superior a R$ 110 mil.

A ação foi realizada em parceria com o Cyber Gaeco do Ministério Público de São Paulo e a Polícia Militar paulista, com mandados cumpridos em residências na capital paulista. Além das prisões preventivas, uma decisão judicial determinou medidas alternativas à prisão para um dos investigados.

As investigações apontam que os suspeitos praticavam furtos qualificados por meio de fraude eletrônica, focando em vítimas idosas, utilizando técnicas como “spoofing” telefônico — que permite falsificar dados para se passar por funcionários do Banco do Brasil. O número oficial da central de atendimento (4004-0001) aparecia no identificador de chamadas, induzindo as vítimas a fornecer dados pessoais e bancários.

Com o controle das informações, os criminosos realizavam transferências bancárias ilegais, contratação fraudulenta de empréstimos consignados e movimentavam valores para contas preparadas para ocultar os recursos, chegando a operar mais de 110 contas bancárias em diversas instituições financeiras.

Durante as diligências, foram apreendidos celulares, computadores, pendrives, máquinas de cartão, consoles de videogame e cartões bancários.

A operação recebeu o nome “Firewall” em referência ao sistema de segurança de redes que bloqueia acessos não autorizados, simbolizando o papel do Gaeciber como barreira contra invasores digitais que lesam cidadãos.

O Gaeciber alerta a população para desconfiar de ligações não solicitadas, desligar em caso de dúvida e entrar em contato apenas pelos canais oficiais dos bancos. Senhas, códigos de segurança ou dados bancários jamais devem ser informados por telefone.

As investigações continuam sob sigilo para preservar a eficácia das apurações.
Fonte: MPMG

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Gazeta de Varginha

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