top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Defesa de Daniel Vorcaro tenta evitar transferência de ex-banqueiro para presídio comum após rejeição de delação

  • 22 de jun.
  • 1 min de leitura
Reprodução
Reprodução


A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro aguarda decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para definir se ele permanecerá custodiado na Superintendência da Polícia Federal ou será transferido para um presídio comum.

Atualmente preso na sede da PF em Brasília, Vorcaro teve a segunda proposta de delação premiada rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o que aumentou a preocupação de seus advogados quanto ao destino da custódia.

Os defensores protocolaram um pedido no STF solicitando a concessão de prisão domiciliar. Caso o pedido não seja aceito, a defesa argumenta que o ex-banqueiro deveria permanecer na própria unidade da Polícia Federal, onde considera haver melhores condições de segurança em comparação a um presídio comum.

Segundo as informações apresentadas pela defesa, existe receio de que uma eventual transferência possa expor o ex-banqueiro a riscos à sua integridade física, especialmente diante do avanço das investigações e do contexto envolvendo outros investigados no caso.

O ministro André Mendonça é o relator responsável por analisar os pedidos e deverá decidir os próximos passos sobre o regime de custódia de Vorcaro no âmbito da operação que investiga o Banco Master e suas movimentações financeiras.

A definição do STF também poderá impactar o andamento das negociações relacionadas a eventual colaboração premiada, já que a rejeição da proposta anterior reduziu as possibilidades de acordo entre o investigado e as autoridades.

A situação segue em análise pelo Supremo, sem decisão final até o momento.

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page