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Deputada argentina desliga microfone e interrompe votação da reforma trabalhista em sessão tensa

  • há 8 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Durante a votação da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados da Argentina, que ocorreu em um clima de forte polarização e protestos, uma deputada desligou o áudio da própria sessão ao vivo, interrompendo momentaneamente o andamento da apreciação do projeto na Casa. O episódio foi divulgado pelas redes sociais nesta quinta-feira (19 de fevereiro de 2026), em meio às imagens do plenário enquanto os parlamentares debatiam o texto da reforma.

O vídeo compartilhado mostra o momento em que a deputada retira ou desliga os equipamentos de som da tribuna, o que acabou por interromper a transmissão da sessão naquela fase da discussão. A ação aconteceu enquanto os deputados avaliavam item por item o polêmico projeto que modifica a legislação trabalhista argentina proposta pelo governo do presidente Javier Milei, em meio a intensos protestos de sindicatos e a uma greve geral que paralisou serviços essenciais no país.

O episódio circulou amplamente nas redes e foi relatado por veículos de mídia, que destacaram que essa ação causou interrupção momentânea da transmissão dos trabalhos legislativos. A votação da reforma — que já havia sido aprovada pelo Senado argentino e seguiu para a Câmara com debate acirrado — estava caminhando para sua conclusão quando ocorreu o incidente no plenário.

A reforma trabalhista do governo Milei enfrenta oposição de parte da sociedade, especialmente de sindicatos e movimentos trabalhistas que realizaram uma greve geral de 24 horas, paralisando transportes, serviços e atividades por todo o país em protesto ao projeto, que inclui, entre outras mudanças, flexibilização de contratos, possibilidade de jornadas de até 12 horas e restrições ao direito de greve.

Mesmo com a interrupção causada pela deputada, a Câmara dos Deputados aprovou a reforma em 20 de fevereiro de 2026 por 135 votos a 115, incluindo alterações no texto original antes de enviá-lo de volta ao Senado da Argentina para análise final antes de sua sanção.

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Gazeta de Varginha

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