top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Exército Brasileiro Recebe Carregamento de Mísseis Spike LR2 Após Atraso de um Ano e Meio

  • 23 de jul. de 2024
  • 2 min de leitura
Exército Brasileiro Recebe Carregamento de Mísseis Spike LR2 Após Atraso de um Ano e Meio
Divulgação
Neste mês, o Exército brasileiro recebeu um carregamento de uma centena de mísseis Spike LR2, adquiridos da empresa israelense Rafael Advanced Defense Systems em 2021. A entrega, inicialmente prevista para outubro de 2022, inclui cem mísseis, dez lançadores, dez simuladores e equipamentos de suporte, chegando ao Brasil a bordo de um KC-390 do 1º Grupo de Transporte de Tropa da Força Aérea Brasileira (FAB).

O Spike LR2 é um míssil de quinta geração com guiagem eletro-óptica, permitindo a detecção de ondas eletromagnéticas e mudanças de luz. O míssil, que pesa 13 kg e possui precisão de 10 km, é versátil, podendo ser lançado por soldados ou veículos e útil para infantaria, veículos blindados, embarcações navais e helicópteros.

A Rafael Advanced Defense Systems destaca que o Spike LR2 pode atingir alvos diretos, fora e além da linha de visão inimiga, sendo eficaz contra tanques, veículos ou embarcações marítimas, e útil em combate urbano contra alvos estruturais.

Nos próximos três anos, o Exército brasileiro planeja investir até R$ 2,5 bilhões em forças blindadas, incluindo novos lotes de mísseis e viaturas blindadas de combate fuzileiros (VBC Fuz), substituindo as atuais viaturas blindadas de transporte de pessoal (VBTC) M-113-BR, e adquirir 78 viaturas de combate fuzileiros e 65 carros de combate de até 50 toneladas.

Contexto Regional
A entrega dos mísseis ocorre em um momento de crescente tensão na região de Essequibo, na Guiana, onde há cerca de 200 blindados venezuelanos, incluindo tanques T-72 e BMP-3 da Rússia. A Venezuela, sob a liderança de Nicolás Maduro, enfrenta eleições nacionais em 28 de julho. Apesar das declarações de Maduro sobre um "banho de sangue" e o fechamento da fronteira antes das eleições, integrantes do Exército brasileiro e da diplomacia venezuelana negam a presença de 200 blindados na área.
Fonte: Revista Oeste

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page