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Filho mata pai, madrasta, irmãs e sobrinho em Juiz de Fora e lava faca após o crime

  • 7 de jan.
  • 2 min de leitura

fonte: itatiaia
fonte: itatiaia
O homem preso por assassinar o pai, a madrasta, duas irmãs e um sobrinho, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, voltou para casa após o crime e lavou a faca utilizada nos ataques. A chacina ocorreu entre a madrugada e a manhã desta quarta-feira (7) e provocou comoção na cidade.
As vítimas tinham idades entre 5 e 74 anos e foram surpreendidas enquanto estavam na residência da família, no bairro Santa Cecília. O pai do suspeito era pastor evangélico e bastante conhecido na região.
De acordo com informações da Polícia Militar, o autor saiu de sua casa, no bairro Santa Terezinha, por volta de 3h30, e se dirigiu ao imóvel onde estavam os familiares. Segundo o tenente Tafúri, da PM, o homem aguardou o momento em que uma das irmãs abriu a porta para iniciar os ataques.
“Ele entrou na residência e atacou a primeira irmã, em seguida a segunda. Depois matou a mãe, foi até o quarto e assassinou o pai, de 74 anos. Na parte superior da casa, também desferiu golpes de faca contra a criança, de 5 anos”, relatou o militar em entrevista ao jornal Tribuna de Minas.
Imagens analisadas pela polícia indicam que o suspeito deixou o local por volta das 6h22 e retornou à própria residência aproximadamente às 7h30. Foi lá que ele foi encontrado pelos militares, já após ter lavado a faca e as roupas usadas durante o crime.
A tragédia foi descoberta por um irmão do suspeito, que acionou imediatamente as autoridades. Ainda segundo a PM, o homem não possui antecedentes criminais e, conforme relatos da família, apresentava transtornos psiquiátricos, com mudanças bruscas de humor e possíveis surtos psicóticos.
“Os familiares mencionaram a possibilidade de esquizofrenia, mas isso ainda não pode ser confirmado. Não há informação se ele fazia acompanhamento médico. A família tentava ajudá-lo”, explicou o tenente.
O suspeito permanece sob custódia, e a Polícia Civil investiga o caso para esclarecer as circunstâncias do crime, além de apurar se havia tratamento médico em andamento e qual era o estado mental do autor no momento dos assassinatos.

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Gazeta de Varginha

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