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Homem morre em lotérica e local continua funcionando, mesmo com o corpo dele no chão

  • 7 de jun. de 2023
  • 3 min de leitura



Uma lotérica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, continuou funcionando mesmo com um homem morto no local. Uma moradora gravou a cena que mostra o cadáver coberto ao lado da fila para o atendimento.

O caso aconteceu na segunda-feira (5) na Lotérica Paraíso, que fica no bairro Jardim América. A vítima estava no local, teve um mal súbito e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o homem não resistiu.

Após a morte, os socorristas cobriram o corpo e acionaram o serviço funerário. Enquanto aguardavam a chegada da funerária, mesmo com o homem estirado no chão, a lotérica continuou realizando atendimentos normalmente, com uma fila de clientes ao lado do corpo.

O g1 acionou a Caixa Econômica Federal, que enviou uma nota informando que lamenta o ocorrido e se solidariza com a família. O banco disse que está apurando a situação com o empresário lotérico.

Ainda segundo o banco, o funcionamento das lotéricas é fundamentado por regime de permissão obtido a partir de licitação, regido pela Circular Caixa nº 1.004/2022 e pelas Leis 8.987/95 e 12.869/13.

Vítima teve mal súbito, não resistiu e morreu. Enquanto aguardava funerária, a lotérica permaneceu aberta, funcionando.

Uma lotérica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, continuou funcionando mesmo com um homem morto no local. Uma moradora gravou a cena que mostra o cadáver coberto ao lado da fila para o atendimento.
O caso aconteceu na segunda-feira (5) na Lotérica Paraíso, que fica no bairro Jardim América. A vítima estava no local, teve um mal súbito e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o homem não resistiu.
Após a morte, os socorristas cobriram o corpo e acionaram o serviço funerário. Enquanto aguardavam a chegada da funerária, mesmo com o homem estirado no chão, a lotérica continuou realizando atendimentos normalmente, com uma fila de clientes ao lado do corpo.
O g1 acionou a Caixa Econômica Federal, que enviou uma nota informando que lamenta o ocorrido e se solidariza com a família. O banco disse que está apurando a situação com o empresário lotérico.
Ainda segundo o banco, o funcionamento das lotéricas é fundamentado por regime de permissão obtido a partir de licitação, regido pela Circular Caixa nº 1.004/2022 e pelas Leis 8.987/95 e 12.869/13. Homem morre em lotérica e estabelecimento continua funcionando com o cadáver no chão no interior de SP. Sócio de lotérica diz que eram amigos: ‘Foi uma tragédia’ O sócio da lotérica disse em entrevista que era amigo do cliente que morreu e que tentou reanimá-lo: “Foi uma tragédia”.
Em entrevista ao g1, Alcides Funada, sócio da lotérica, disse que estava presente no momento em que o cliente teve o mal súbito e que na mesma hora parou os trabalhos para ajudá-lo.
"A pessoa teve um mal súbito e imediatamente ligamos para o Samu. Nesse tempo, eu e mais dois clientes fomos ajudar. Vimos que ele não estava respirando e aí liguei novamente para o Samu, a médica disse para fazer massagem cardíaca nele e me instruíram por telefone de como fazer”, contou.
"Eles demoraram mais ou menos sete minutos para chegar e tentaram reanimá-lo de 15 a 20 minutos. Nesse meio tempo eu também passei mal, tenho problema cardíaco, fui tomar um remédio. Quando voltei ele já tinha falecido. O Samu ainda estava ali", completou.

Segundo Alcides, a fatalidade foi traumática e eles decidiram fechar o estabelecimento, mas permaneceram abertos por cerca de 20 minutos, atendendo somente quem já estava na fila aguardando atendimento.

"Eu levei um choque. Era um cliente antigo, um amigo. Na hora eu pensei 'vamos fechar'. Terminamos de atender a fila e fechamos. Ele faleceu por volta das 16h10, fechamos era 16h30. Foram 15 ou 20 minutos abertos após a constatação do óbito. O vídeo foi feito assim que tinha acabado de acontecer", relembrou.

Alcides lamentou o ocorrido e disse que no período em que ficou com o estabelecimento aberto ainda estava tentando assimilar o que tinha acontecido. Ele destacou que fechou a loja o mais rápido possível.

"Esse tempo aberto foi um tempo em que eu estava me recuperando do que tinha acontecido. Abaixamos as portas, terminamos de atender quem estava na loja e fechamos. Nos dias normais fechamos às 18h30. Foi uma tragédia, uma infelicidade", lamentou.

Fonte:G1



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