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Investigação sobre “canetas emagrecedoras” resulta em prisões em Minas Gerais

  • 8 de mai.
  • 2 min de leitura
Investigação sobre “canetas emagrecedoras” resulta em prisões em Minas Gerais
Divulgação
PC prende trio por comércio irregular de medicamentos para emagrecimento em Arcos.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante duas mulheres, de 18 e 44 anos, e um homem, de 49, durante uma operação realizada em Arcos, na região Centro-Oeste do estado. A ação faz parte de uma investigação que apura o comércio irregular de medicamentos destinados ao emagrecimento e de substâncias utilizadas para melhora de performance física.

Durante o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão, os policiais localizaram diversos medicamentos e produtos relacionados à prática investigada. Entre os materiais apreendidos estavam substâncias à base de tirzepatida e retatrutida, hormônios anabolizantes, além de itens usados para aplicação, armazenamento e envio dos produtos.

Também foram encontrados seringas, agulhas hipodérmicas, embalagens, folders com instruções de uso e materiais utilizados para acondicionamento dos medicamentos.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram ainda o uso indevido do nome de um médico para dar aparência de credibilidade aos produtos comercializados. O profissional foi ouvido formalmente e informou que não autorizou a utilização de sua identidade nas divulgações.

O médico também demonstrou preocupação com a possível falsificação dos medicamentos, além das condições inadequadas de armazenamento das substâncias, o que pode representar riscos à saúde pública.

Com base nos levantamentos realizados durante a investigação, a PCMG solicitou à Justiça a expedição dos mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos nesta semana.

Os três suspeitos foram autuados com base no artigo 273 do Código Penal Brasileiro, relacionado à falsificação, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais. Após os procedimentos na delegacia, os investigados foram encaminhados ao sistema prisional.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.
Fonte: PCMG

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Gazeta de Varginha

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