top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Jovem perde movimentos e fala após passeio em montanha-russa; Ministério Público investiga o caso

há 18 minutos
2 min de leitura
Reprodução
Reprodução
Uma jovem de 24 anos, moradora do Paraná, sofreu um traumatismo cranioencefálico após andar na montanha-russa Montezum, no parque Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo. O acidente aconteceu em abril deste ano. Ela foi levada em estado grave para a Santa Casa de Vinhedo, passou por cirurgia de emergência e ficou internada por 57 dias. Hoje, cinco meses depois, ainda perde os movimentos do lado esquerdo do corpo, tem dificuldades para falar e apresenta falhas de memória. O laudo médico aponta que a lesão foi provocada por um mecanismo de contragolpe durante o percurso.

O marido da jovem acompanha a rotina de reabilitação, que inclui fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e outras sessões quase diárias. Ele diz que o que mais quer é vê-la recuperar a autonomia, voltar a sorrir e a ser a pessoa independente que sempre foi. A mãe também cuida dela e afirma ter certeza de que a filha vai recuperar sua vida, mesmo que demore. O Ministério Público de São Paulo abriu investigação para apurar as circunstâncias do acidente e pediu perícia na atração. O processo ainda está em andamento.

Não é o primeiro caso grave registrado na mesma montanha-russa. Em 2014, um homem ficou tetraplégico após um passeio e faleceu em 2023 por complicações ligadas à lesão. O parque informou que a atração tem certificação internacional, passa por inspeções anuais e segue todas as normas de segurança. Disse também que placas e avisos sonoros alertam sobre os riscos e contraindicações. Destacou parecer recente que não encontrou risco coletivo. O parque custeou os gastos com internação da jovem e diz que há seguro disponível para a família. Anunciou ainda uma reforma na atração para o fim deste ano.

Comentários


bottom of page