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Liquidação do Banco Pleno reacende investigações envolvendo o Master

  • há 41 minutos
  • 1 min de leitura
Liquidação do Banco Pleno reacende investigações envolvendo o Master
Divulgação
Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno.

O Banco Central do Brasil (BC) decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (18), em Brasília.

De acordo com o BC, o conglomerado prudencial Pleno é classificado como instituição de pequeno porte, enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial. O grupo representa 0,04% do total de ativos e 0,05% das captações do Sistema Financeiro Nacional.

Motivos da liquidação
Em nota oficial, o Banco Central informou que a medida foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da liquidez, além de infrações às normas que regem sua atividade e descumprimento de determinações da autoridade monetária.

O órgão destacou ainda que poderá adotar novas medidas para apurar responsabilidades. Caso sejam confirmadas irregularidades, poderão ser aplicadas sanções administrativas e realizadas comunicações aos órgãos competentes.

Entre as medidas previstas está a indisponibilidade de bens de controladores e administradores do conglomerado.

Histórico e ligação com o Banco Master
Anteriormente conhecido como Banco Voiter, o Banco Pleno integrou até meados de 2025 o conglomerado financeiro do Banco Master.

A instituição é comandada por Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e ex-sócio do Banco Master, cujo controlador é o banqueiro Daniel Vorcaro.

O Banco Master é investigado na Operação Compliance Zero, que apura a suposta concessão de créditos fraudulentos, incluindo a tentativa de venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB). Segundo as investigações, os valores envolvidos podem chegar a R$ 17 bilhões.
Fonte: AgBrasil

Gazeta de Varginha

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