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Manter Copasa como empresa estatal atrasa o saneamento em Minas, afirma Gustavo Valadares

  • 17 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

fonte: o tempo
fonte: o tempo
O deputado estadual defende a inclusão da empresa nos planos de adesão do Estado ao Propag e cobra debate sobre a qualidade dos serviços.Deputado Gustavo Valadares defende privatização da Copasa em evento de O TEMPO sobre dívidas de Minas Gerais.Foto: Rodney Costa / O Tempo
Por Hermano Chiodi17 de novembro de 2025 | 14:23 — Atualizado há 19 minutos
Para resolver os problemas de saneamento em Minas, é necessário avançar com a privatização da Copasa, avalia o deputado Gustavo Valadares (PSD). Ele defende que a empresa seja incluída nos planos de adesão do Estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e afirma que o debate não deve se restringir ao valor a ser repassado pelo governo à União, mas também a como melhorar a qualidade do serviço.
“O problema está na morosidade e nas barreiras que a gestão pública traz para uma empresa que não pode se dar ao luxo de esperar”, afirmou.
O posicionamento foi apresentado nesta segunda-feira (17/11), durante o seminário Minas em Conta, promovido por O TEMPO, que discutiu o endividamento do Estado com a União. Valadares reforçou a estratégia do governo Romeu Zema (Novo) de oferecer a Copasa como ativo para levantar os recursos necessários à adesão ao Propag.
Segundo ele, a situação do saneamento em Minas Gerais exige mudanças estruturais. “Quase 40% dos mineiros não têm água tratada. Fica parecendo que esse problema surgiu em 1º de janeiro de 2019, quando começou o governo Romeu Zema. A Copasa já foi gerida por diversos governos de diferentes correntes políticas, e o problema sempre existiu. Não é de apenas um governo”, disse.
A oposição ao governador é contrária à privatização da Copasa e defende que a prioridade para pagar os cerca de R$ 170 bilhões devidos à União seja a federalização da Codemig — cujo valor supera os R$ 34 bilhões exigidos pelo governo federal como entrada para a renegociação. Valadares discorda. “Entregar a Codemig e a Codemge, que têm controle sobre terras raras e geram recursos para o Estado sem esforço direto da administração, seria minha última opção”, afirmou.
Um dos principais articuladores do governo Zema na Assembleia Legislativa, Valadares participou do painel “O Propag pela visão dos deputados mineiros”, que também contou com os deputados Cássio Soares (PSD), Beatriz Cerqueira (PT) e Professor Cleiton (PV).

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