MPMG deflagra segunda fase da operação Hybris contra organização criminosa em MG e BA
24 de jun.
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Divulgação/Ilustrativa/Ação do Gaeco de Patos de Minas mira associação criminosa suspeita de receptação, adulteração de veículos e comércio de bens ilícitos.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) regional de Patos de Minas, deflagrou nesta terça-feira (23) a segunda fase da Operação Hybris. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa envolvida em receptação, adulteração de sinais identificadores de veículos automotores, ocultação, transporte e comercialização de veículos e maquinários de origem ilícita.
Nesta etapa, estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão — três em Minas Gerais, nos municípios de Uberlândia e Uberaba, e um no estado da Bahia. Também são executados cinco mandados de busca e apreensão, com o objetivo de reunir novos elementos de prova, como celulares, computadores, mídias digitais, documentos, registros financeiros e materiais relacionados a veículos.
De acordo com o MPMG, a nova fase da operação é resultado do aprofundamento das investigações iniciadas na primeira etapa da Hybris, quando foi identificada uma organização criminosa especializada na subtração e receptação de maquinários agrícolas. Mesmo após a deflagração inicial e o oferecimento de denúncia, integrantes do grupo teriam mantido a prática de novos crimes.
As investigações apontam que o grupo é liderado por um indivíduo já denunciado pelo Ministério Público, que teria continuado a atuação criminosa e se associado a outros integrantes para dar continuidade às atividades ilícitas e ocultar bens de origem ilegal.
A deflagração da segunda fase ocorreu a partir da análise de novas ocorrências policiais, cruzamento de dados de celulares, registros de veículos, documentos fiscais e informações de aplicativos de mensagens, além de elementos logísticos utilizados pelo grupo.
A operação foi coordenada pelo Gaeco de Patos de Minas, com apoio da Polícia Militar em Uberlândia e Frutal, dos Gaecos regionais de Uberlândia e Uberaba, da Polícia Penal de Minas Gerais e do Gaeco do Ministério Público da Bahia.
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