top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Operação fecha o cerco contra organizações de agiotagem e jogos de azar em MG

  • 4 de dez. de 2023
  • 2 min de leitura

Justiça bloqueou R$ 17 milhões em bens dos envolvidos


Justiça bloqueou R$ 17 milhões em bens dos envolvidos — Foto: MPMG / Divulgação
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) compriu 65 mandados de busca e apreensão em Brasília de Minas, Januária e Montes Claros, no Norte de Minas, durante a Operação Provérbios 13:11 – “a riqueza de procedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com trabalho a aumentará”. O objetivo foi desarticular organizações criminosas investigadas por falsificação de documentos, agiotagem e exploração de jogos de azar no Estado. Alguns dos grupos na mira da operação exploram jogos de azar há quase meio século.
VEJA TAMBÉM
Os mandados foram cumpridos na última quinta-feira (30 de novembro), mas divulgados pelo MPMG nesta segunda (4 de dezembro). De acordo com a instituição, foi identificada a existência de núcleos criminosos autônomos, mas que atuavam de forma associada e conexa. Os principais integrantes de cada núcleo prestavam auxílio aos demais, inclusive decidindo sobre lucro, ocultação de bens e divisão dos prejuízos.
Foram apreendidas joias, dinheiro em espécie (o valor não foi divulgado), máquinas de cartão e cartazes dos jogos. A Justiça atendeu a um pedido do MPMG e determinou a indisponibilidade de bens dos envolvidos no valor de cerca de R$ 17 milhões.
A operação foi deflagrada pela 9ª Promotoria de Justiça de Montes Claros, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), regional Montes Claros, e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). “Sob a ótica jurídica, o versículo bíblico Provérbios 13:11 pode ser interpretado como uma afirmação da importância da legalidade e da moralidade na aquisição de riqueza”, explica o Ministério.


FONTE: O Tempo

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page