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Operação Harpia combate tráfico interestadual e internacional de drogas em Minas Gerais

  • gazetadevarginhasi
  • 27 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
Operação Harpia combate tráfico interestadual e internacional de drogas em Minas Gerais
Divulgação
Na manhã desta quarta-feira (27/8), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Harpia em sete cidades mineiras — Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Ibirité, Santa Luzia, Esmeraldas, Juiz de Fora e Pirapora. A ação teve como foco o enfrentamento ao tráfico interestadual e internacional de drogas.

Foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva, inclusive em duas unidades prisionais, além de 14 de busca e apreensão e o bloqueio de seis contas bancárias. Um dos investigados morreu em confronto com a Polícia Militar no último dia 7.

Entre os materiais apreendidos estão munições, drogas, celulares, computadores, documentos, anotações, uma moto aquática e outros itens ligados ao tráfico.

Segundo a PCMG, a investigação revelou a atuação de uma organização criminosa independente, especializada no comércio de entorpecentes em larga escala. O chefe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), delegado Rodrigo Bustamante, afirmou que a operação desarticulou rotas utilizadas para distribuição de drogas entre Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraguai, atingindo a estrutura financeira do grupo.

A ofensiva mobilizou cerca de cem policiais civis e contou com apoio da Coordenação de Recursos Especiais (Core), da Coordenação Aerotática (CAT) e da Coordenação de Operações com Cães (COC).

As investigações tiveram início em setembro de 2024, após a prisão em flagrante de uma mulher de 33 anos em Belo Horizonte, transportando cinco barras de cocaína vindas de São Paulo. Na residência dela, também foram localizados maconha, crack, cocaína e munições.

A análise do celular apreendido revelou ligações com uma facção criminosa de alcance nacional e indícios de negociação de fuzis e carabinas. Conforme apurado, a suspeita atuava como elo entre criminosos presos, fornecedores e distribuidores.

Além do tráfico de drogas, o inquérito identificou crimes de lavagem de dinheiro por meio de transferências via Pix, apostas online, movimentações em contas de terceiros e uso de documentos falsos em visitas a presídios.
A PCMG informou que as investigações prosseguem.
Fonte: PCMG

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Gazeta de Varginha

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