Operação Repasse: PCMG prende suspeito de aplicar golpes na compra e venda de veículos em Bonfim
gazetadevarginhasi
há 2 dias
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Divulgação
Um homem de 25 anos foi preso pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) durante a operação Repasse, deflagrada na manhã desta quarta-feira (26/11) em Bonfim, região Central do estado. Além do cumprimento da prisão preventiva, os policiais executaram mandado de busca e apreensão na residência do investigado, suspeito de aplicar golpes em negociações de veículos.
No local, foram apreendidos celulares, um simulacro de arma de fogo e documentos que passarão por perícia. Pelo menos três pessoas relataram ter sido vítimas do esquema.
Transações cruzadas
As investigações começaram após uma vítima, de 53 anos, procurar a Delegacia de Bonfim para denunciar um golpe sofrido durante a negociação de uma motocicleta. Em 20 de junho de 2024, após demonstrar interesse no anúncio publicado em redes sociais, a vítima recebeu o veículo em sua residência e realizou o pagamento de R$ 8 mil via Pix.
Cinco dias depois, o suspeito retornou alegando pendências do antigo proprietário e pediu para desfazer o negócio. Ele se comprometeu a devolver o dinheiro, chegando a programar um Pix no mesmo valor, mas cancelou a transferência logo após deixar a casa da vítima.
No dia anterior ao registro, outra pessoa, de 49 anos, informou à polícia que havia vendido uma motocicleta ao suspeito, que não efetuou o pagamento. A PCMG identificou então que a moto havia sido adquirida de forma ilícita e revendida, de maneira fraudulenta, à vítima de 53 anos.
Novo golpe
Em setembro deste ano, um jovem de 24 anos denunciou o investigado por mais uma negociação fraudulenta. Após comprar o veículo do rapaz, o suspeito realizou transferência bancária no valor de R$ 23 mil, mas estornou o pagamento em seguida. Ele chegou a afirmar à polícia que o valor teria sido levado pela vítima, que supostamente teria invadido sua casa armada — versão descartada pela investigação.
A PCMG apurou que o preso possui diversos registros anteriores por crimes semelhantes. As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas.
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