Quanto mais ganhamos o direito de ser e ter, perdemos nossos deveres de agradecer e fazer; é por ai mesmo.
A par do profundo desgoverno brasileiro, após às eleições do Presidente Lula e seus puxadinhos, sentimos como o Brasil está na contramão da história [salvo boas pessoas que estão em partidos de esquerda, mas não são radicais, pelo contrário, são do bem, não compactuam com toda metodologia de competição dos esquerdistas, que sabem como acusar seus adversários daquilo que eles são]. Que tática sagaz, e ainda mais apoiada, pelos jornalista mal intencionados!
Bem, nossas manifestações não são segredos para ninguém e sabemos que, embora, poucos arrisquem nas críticas, concordam plenamente com que abominamos no Brasil de hoje, muitas coisas que estão acontecendo não era o desejo da maioria dos brasileiros. Falta-nos o bem maior, à liberdade.
Lembramos de Mark Twain, um defensor da liberdade americano, crítico do racismo, escritor de romances, que reunia múltiplos talentos. Não era um pensador contumaz, mas deixou algumas frases de efeito brilhantes. Leiam uma das melhores: “Algumas pessoas nunca cometem o mesmo erro duas vezes”. “Descobrem sempre novos erros para cometer. Se estiver zangado, conte até cem, se estiver mesmo muito zangado, blasfeme. É melhor merecer honrarias e não recebe-las do que recebe-las sem merecer”.
Em muitos países de alto nível cultural, a par da elite com fome de poder, comprando poderosos representantes do povo, não é comum homens que têm a obrigação de fazer, mas são desonrados, recebendo honrarias para poucos tolos aplaudirem. Um tolo tem sempre um mais tolo que o admira.
Que pena! Quantas falhas na educação de nosso país! Não podemos culpar os profissionais da educação, exceto àqueles sem vocação, que entraram nesse nicho para simples sobrevivência.
Pensando na quantidade de direitos garantidos aos alunos (crianças e adolescentes), após retirarem Deus das escolas, à disciplina moral e cívica; à irresponsabilidade de muitos pais que pensam que educar e ensinar são tarefas só da escola e fazendo uma analogia a síndrome de Poliana, quantos a eles, que fazem de conta que seus filhos são verdadeiros anjinhos, chegamos a uma conclusão: Um bom profissional de educação merece todas às honrarias da sociedade, seja respeito, boa remuneração e direitos, pois, aumentaram os privilégios de pais e alunos e diminuíram para os educadores.
Sabemos que o Brasil não é para amador; podemos ter políticos evidentemente coordenando às diretrizes, implantando suas vontades políticas a bem da sociedade, mas, tecnicamente, é obrigatório escolher o profissional correto para atuar nas diversas áreas governamentais.
É, num país como Brasil é imprescindível reduzir nossa máquina pública; Brasília não pode concentrar tantos poderes, são muitos cargos de natureza efêmera e a cada mudança de governo há uma solução de continuidade insuperável. É muito oneroso compensarmos qualidade com quantidade, a cada eleição.
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