Desde o carnaval de 2020, com o surto de pandemia da Covid 19, o pânico tomou conta do mundo – não estamos falando de síndrome – e sim o pavor do desconhecido, da confusão e das controvérsias sobre o enfrentamento da peste.
Muitos sofreram e sofrem por conta das consequências e obscuridades, que ainda reina.
Até hoje ninguém pode afirmar nada sobre aquele mal terrível, mas parece que houve um acidente e ficou oculto, dando margens as nossas dúvidas.
Infelizmente, “leite derramado” não se recupera. Muitos de nós tivemos que sofrer, nos humilhar perante aos especialistas e autoridades, que num encontro de gigantes debatendo sobre ciência, lucro e mentes vaidosas, ficou fácil muitos enriquecerem e outros subtraírem do seu capital minguado.
O dinheiro vence sempre, mas pelo menos, às vacinas apaziguaram o receio de muitos. Lamentamos que tantas pessoas tenham falecido ou ficado com sérias sequelas.
Indubitavelmente, jamais acharemos culpados, chegamos a pensar que não existe uma casta específica e exata, porquanto o pânico desarticulou o raciocínio de todos nós. Quem pode acusar quem, quando os fatos naufragam na política rasteira?
Foi uma guerra no escuro, sem “mocinho e nem bandido”, mas, sobrou o pânico que inibe vislumbrarmos um porto seguro até com telescópio; sobraram apenas às vítimas para serem pranteadas. Podemos falar com propriedade, pois, somos um dos sequelados.
Bem, o pânico continua e até agora, estamos apenas enojados de assistirmos discursos e acusações, muitas opiniões desprovidas de conhecimentos e poucas ações. Ainda bem, pois, os dois quadros de positivos e negativos estão visíveis nestes 103 dias, para serem comparados. Estelionato eleitoral e passo em falso?
Não devemos perder o rumo do certo e do errado; difícil deixarmos o pânico e confiarmos; o mundo está debilitado.
Há alguns dias escrevemos um texto, que nos causaram curiosidades de toda sorte, quanto à convivência de três grandes religiões, pacificamente, e o turismo numa cidade que pode ter mais de cinco mil anos. Nada suntuosa, porém, cheia de energia.
Fomos buscar informações, encontramos e ficamos extasiado com os acertos bíblicos: Jerusalém, Cidade Sagrada foi destruída 12 vezes, sitiada 20 e outras 50 capturada. Os judeus foram expulsos de suas terras várias vezes, exceto o grande acontecimento do êxodo no Egito, sob a liderança de Moisés com poderes divinos e recebendo os dez mandamentos, conduzindo o povo à terra prometida.
O mais curioso é que esse sofrimento em geral dos Israelitas, até 1948, por onde se espalharam para longínquos rincões da terra, eles foram odiados e perseguidos. O antissemitismo, ao longo dos anos, não fora com intuito de escraviza-los como os afrodescendentes. A intenção era extermina-los da face da terra.
Com certeza, Israel é uma Cidade Santa; quantas profecias já se cumpriram ao longo de tantos séculos e ainda acontecerão novas, inclusive, de ser o lugar escolhido para os fins dos tempos.
O país é muito pequeno (pouco maior que Sergipe), com 63 % de deserto e têm uma das maiores rendas “per capta” do mundo, vivendo de turismo, tecnologia e exportação de inteligência.
Isto é fé, é Divino, é a consagração do sobrenatural, pois foram tantas adversidades e eles sobreviveram, embora rotulados pelo mundo inteiro, não há pânico em Jerusalém. O mundo inteiro visita o país, sem distinção, até os ateus.
Muitos questionamentos estão acima de nossa capacidade de compreensão, mas, é fácil demais presumirmos que, crendo com humildade, sem divagarmos, é mais vantajoso e confortante, do que argumentarmos o que parece imponderável para nossa inteligência, pois, há milênios temos duas opções: crer ou não. Quer mais prova? Peça ao Mestre Jesus e leia às epístolas do Apóstolo São Paulo, deixando os exegetas divididos com suas convicções, afinal, há discordâncias em todas religiões. Falta-nos ainda, conhecimento fé e paciência.
Em todos os humanos pairam dúvidas, o que é natural, somos uma raça só, imperfeitos e estamos em pânico, tentando minimizarmos com fármacos, drogas lícitas e ilícitas.
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