Cremos que todos sabem o que é desatino, mas, citaremos os seus sinônimos, para elucidar melhor os fatos que planejamos tentar traduzir para nossos leitores de todos veículos de imprensa e mídias sociais, que temos o privilégio de contribuirmos, com opiniões abalizadas pelos raciocínios deste autor e dos notáveis escritores e pesquisadores que lemos ao longo de nossa vida, aliado às experiências que vivemos. Não temos pretensão de estar sempre certo, porém, pesquisamos os trabalhos dos melhores e mais sérios.
Desatino significa: perda do tino, loucura, desvario, alucinação, disparate, despropósito, delírio, demência e insânia.
Há algum tempo lemos um teólogo alemão, morto pelos nazistas, aos 39 anos; Dietrich Bonhoeffer, autor do livro sobre “A teoria da estupidez”. E pelo que entendemos esta teoria é geral, pois, afetou o mundo inteiro. Que involução e/ ou estagnação! Indiscutivelmente, o mundo foi e é, o tempo todo a mesma coisa, resguardando-se apenas a quantificação dos resultados nefastos, que atingiram às pessoas, proporcionalmente, ao número de habitantes desde os primórdios dos tempos, até os dias atuais.
Sem entrar no mérito do que suportávamos até o impeachment de Dilma e o impopular mandato de Michel Temer, por sinal, de crucial importância, em função das medidas tomadas pelo seu governo, a favor do Brasil, o povo descontente queria mudanças e no ímpeto das manifestações, surgira uma ideia abraçada pela maioria, porquanto suas ideologias e atitudes politicamente incorretas [Poderia ser qualquer outro corajoso, que ganharia]. Bolsonaro, o exército de um homem só, embora com um governo tecnicamente bom, sofreu com a imbecilidade do sistema financiador de políticos corruptos que, motorizavam o rolo dilapidador do pais; a elite “sócia do país”, que trouxe à esquerda de volta para nos enterrar num rol despudorado de atitudes imprestáveis e cínicas, promovida pelo Presidente Lula, o grande desafiador da mísera inteligência que ainda paira no país e no mundo. “Estupidez é um inimigo mais perigoso para bem do que para o mal”! – Dietrich.
Ao pensar sobre a natureza do mal, ele chegou à conclusão de que o inimigo mais perigoso do bem não era o mal em si. Em vez disso, era a estupidez e contra ela, nem protestos nem força podem alcança-la. O raciocínio é inútil.
Assim, o estúpido, diferente do canalha, fica completamente satisfeito consigo mesmo. Aliás, ele pode facilmente tornar-se perigoso, uma vez que não é preciso muito para transformá-lo em agressor. A estupidez não desaparece, ela é eterna.
“Notamos ainda que as pessoas que se isolaram dos outros ou que vivem em solidão manifestam este defeito com menos frequência do que os indivíduos ou grupos de pessoas inclinadas ou condenadas à sociabilidade. E assim parece que a estupidez é talvez menos um problema psicológico e mais um problema sociológico.” — Dietrich.
A estupidez é um fenômeno de grupo. Um indivíduo pode agir estupidamente, mas isso não tem efeito sobre todo mundo. No entanto, quando um grupo age estupidamente, isso impacta sobretudo o indivíduo, agravando todo o efeito. De muitas maneiras, um comportamento com ramificações inicialmente positivas acabou por virar um tiro no pé da humanidade.
A natureza humana não muda com o passar dos anos. O funcionamento interno dos indivíduos é o mesmo dos seus antepassados.
“O poder de um precisa da estupidez do outro” – Dietrich. O processo em ação aqui não é que as capacidades humanas particulares, como o intelecto, por exemplo, atrofiam ou falham de repente. Em vez disso, parece que, sob o peso esmagador do aumento do poder, os seres humanos são privados de sua independência interior e, de maneira mais ou menos consciente, desistem de estabelecer uma posição autônoma em relação às circunstâncias emergentes. “O fato da pessoa estúpida ser muitas vezes teimosa não deve cegar-nos para o fato de ela não ser independente.” — Dietrich Bonhoeffer.
Como Bonhoeffer notou: “o poder de um precisa da discussão de fatos”. Em vez disso, eles funcionam a base de slogans, palavras de ordem e gritos de baixo nível.
A estupidez facilita o processo de captura da sociedade por forças covardes do mal. Cria-se uma narrativa com explicações simples para problemas complexos, oferecendo “soluções” e bodes expiatórios. Quem não está em conformidade com esta ortodoxia padrão torna-se o “outro”, um inimigo a ser destruído.
O século 21 está vendo essas falhas internas da mente humana se desenrolarem plenamente. A primeira década viu vieses cognitivos que criaram bolhas econômicas e resultaram no crash (colisão, falência, choque) de 2008. A segunda e a terceira décadas estão acompanhando forças maliciosas, de diferentes lados do espectro político, correndo para sequestrar o mundo em geral. ”Esta combinação de cinismo e de ingenuidade é muito típica do indivíduo moderno. O resultado final é desencorajá-lo de assumir o seu próprio pensamento e decisão.” — Erich Fromm.
Albert Einstein asseverou que as duas coisas maiores do mundo, eram o universo e a estupidez, ele só não sabia qual delas era a segunda.
O Brasil está muito doente de estupidez; parece também, que a cegueira o enfraqueceu demais; esqueçamos os problemas graves que são muitos, vamos mirar apenas no casal do ano, Lula e Janja, que tripudiam e corneiam a ordem econômica, política, legal e a elite brasileira, o povo do L e nós que que só queríamos pátria livre, nossa liberdade, família e Deus; estamos ajudando a pagar a conta. Até quando este desatino?
Falamos do geral, agora vamos para a nossa cidade de Varginha que, a propósito, temos um executivo que parece afoito, avança bastante na hermenêutica, esquecendo-se que “lacunas das leis é um vazio existente no ordenamento legislativo - incompletude da lei no seio do todo jurídico (Karl Engish) e, por outro lado, ainda suportamos uma Câmara de Vereadores inerte, talvez, contaminada pela ingenuidade ou estupidez. Devemos abrandar, nem todos os partícipes, contudo, calam.
Dá tempo de parar de cornear os eleitores! Pensem nas eleições de 2024. Façam pose apenas para os flashes das fotografias; relâmpagos não são flashes do céu – deixem a pretensão de lado, pois, tudo caba, especialmente, o orgulho dos vencidos.
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