Realmente, o dinheiro compra o básico para às pessoas viverem dignamente e com relativo conforto, dependendo do quanto elas ganham em condições normais, numa relação de venda do seu trabalho e contraprestação mercadológica, observando-se os fatores geopolíticos do momento.
Palavras simples para definirmos o importe incontestável do dinheiro em condições normais, ou seja, de acordo com a ética nas relações humanas de entregar o que se vende, por um preço justo.
Não há nenhuma mágica dentro da normalidade para um indivíduo conseguir mais dinheiro do que ele produz, exceto se seu comportamento extrapolar os valores comuns, daí é inevitável, não há freios que seguram o desejo cada vez maior de obter o alheio; e exterioriza-se. E quanto mais tenta justificar, desacreditado fica.
É por isso que, via de regra, assistimos o quanto algumas pessoas não podem e não devem merecer confiança dentro da sociedade, pois, bastam-lhes o momento oportuno e coragem de fazer, para entrarem nas margens da lei, obtendo vantagens indevidas e, esse comportamento vira uma cascata, pois, é muito difícil resistir tais tentações num grupo interdependente com intenções erradas.
Nessas circunstâncias, não arriscamos dizer do que certas pessoas são capazes em troca de uma vantagem; são inomináveis e incontáveis.
E quando numa sociedade que deveria ser justa, alguém ganha muito além do que vale, com certeza, outro está pagando para ele, sem ter nada a ver com o defeito da impropriedade.
O dinheiro compra quase tudo. O que ele não compra? Falaremos no final do texto.
Além da necessidade inata do ser humano ter para sobreviver, chegando até ser uma psicopatia em certos indivíduos; nós temos duas castas inseparáveis: Os que pensam, o que mais iremos fazer; e os que pensam, de quem ganharemos mais; isto é intrinsicamente natural, não se separa esta prática comportamental, pois, redundam em circunstâncias de convergência com fatos supervenientes, podendo levá-los a constrangimentos inusitados e reprovadores. Dissociar-se é difícil, destarte, não se acha mais o meio.
Estas situações são muito comuns na sociedade em geral, porém, quando transportamos os conceitos especificamente, para áreas de domínio público, tudo fica mais grave porque causam prejuízos à vida de muitas pessoas que confiaram em seus mandatários, eleitos e nomeados, dinheiro que são de todos.
Na área privada não há preocupação dessa ordem; existe o poder competidor (arrisca quem pode), como numa selva, vence o mais forte ou o mais faminto; o que tem mais dinheiro e nada de escrúpulos, tudo vale, contudo, só perdem àqueles que têm menos no sistema cartelizado.
Temos vários poderes institucionalizados ou não, em nossa sociedade, dos quais se destacam: o poder arrogante, o poder facilitador, o poder omisso, poder corrupto e poder propagador e, assim a vida transcorre através dos dias, décadas, séculos e milênios e se durante uma era curta muda-se o lado do poder, logo vem o retrocesso e inicia-se novo ciclo; situações recorrentes desde o início das civilizações. Ainda bem que o Brasil é jovem, há tempo para remir.
Lemos uma manchete do Deputado Deltan Dallagnol, que achamos apropriada demais para o momento; vamos repeti-la: “A ordem e progresso viraram desordem e retrocesso”. Daí vimos a imagem do Presidente Lula na China junto com os comunistas e pensamos, não vale a pena ver de novo o maior absurdo do mundo, livre, leve, solto, poderoso e assediado pelos fisiológicos, corruptos e propagadores; rejeitado pelo povo arrependido. Dinheiro quanto dinheiro!
Dizem que ditaduras favorecem à corrupção, certamente que, democracias coíbem. Os atos democráticos de direito são caros no Brasil. Por que? Será que às conveniências os definem? O que antes não podia, hoje pode e vice versa, no entanto, continuamos como um país considerado democrático.
Uma coisa continuamos indescritivelmente indignado, os absurdos de gastos desse governo, principalmente, através da primeira-dama. É escárnio demais!
Agora poderíamos falar o que o dinheiro não compra, mas como? É impossível discorrermos sobre isso, porque só àqueles que nunca foram comprados sabem o que não conseguiram deles, nem a peso de ouro. Não há regra absoluta.
Só Deus na causa!
Errar é humano, permanecer no erro é desonestidade, fingir que não errou é desafiar o senso comum dos outros e indecisão prolongada pode ser cara demais.
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