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Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 25/04/2023

  • gazetadevarginhasi
  • 25 de abr. de 2023
  • 4 min de leitura



As pessoas calam e às pedras gritam


“Não seja tão mente aberta que o cérebro caia para fora” – pensador desconhecido.
É uma citação muito forte, assim como esta: “Uma coisa é descobrir a verdade, a outra é querer que a verdade esteja do nosso lado, custe o que custar”; nos escusamos, mas, não recordamos de quem é.
Nossas vaidades exageradas nos traíram, escolhemos um caminho inóspito e não atinamos que tal escolha era sorrateiramente demolidora, não adiantou insistirmos para vencer o erro, pois, novas tentativas e passávamos pelos mesmos transtornos do excesso de confiança no país e em outras pessoas, afundando-nos num círculo de esperança a cada ano.
Gratidão é um “prato” saboroso enquanto se degusta, depois esquecemos até quem serviu.
Foi uma grande lição, ainda que tardia. Lula, Dilma, pandemia e guerra acabaram com às indústrias pesadas de base no Brasil, sob os olhares esperançosos de empresários e empregados; quando se escancarou os portos para República Popular da China, que utilizava-se de mão de obra escrava, concorrendo de maneira desigual neste país, ceifando aos poucos, nossas frentes, desempregando profissionais, forçando-os a buscarem novas atividades, sobrando poucos com idades avançadas.
Todos dessas áreas industriais lutaram vinte quatro horas por dia, até chegarem num ponto que não há espaço nem tempo para mais nada, pois, volta o estelionatário eleitoreiro e começam a “babar ovos” para os comunistas.
Dizem os acadêmicos de física crentes que, milagres são leis universais, ainda desconhecidas da ciência. Milagres acontecem, mas, os poderes têm que saírem de baixo e de cima. Talvez, agregação de valores com outras atividades e maquinários melhores, mas, o Brasil não decola! Em dez anos, 10.000 fábricas fechadas e os chineses só fazendo chinesinhos e expandindo seu império.
Gostaríamos tanto de citarmos os exterminadores de nossos sonhos, mas, não adiantaria nada e, por outro lado, sonhar é a magia da vida, destarte, não significa que todos nossos sonhos se tornarão realidade, basta verificarmos alguns dos seus sinônimos: fantasiar, imaginar e ter pesadelos.
Deixar a vida nos levar como diz o cantor é proposição leviana de viver, livre ao sabor do vento parece mágico, entretanto, na verdade é irresponsabilidade, devemos reagir, mas, nem todos têm forças para tanto, daí ficamos entre o erro da escolha e o conformismo. Outros morrem inconformados.
Não há justificativas; prejudicarmos os outros é imperdoável, errarmos nas escolhas nem tanto, porque o castigo é individual. Existem pessoas com vocação indecifrável para perderem, assim como, há inescrupulosos capazes de subtraírem dos outros com naturalidade. O duro é perdermos bens, e com eles, acompanhar a nossa honra.
O mundo virou de cabeça para baixo, hoje é difícil reconhecermos o absoluto, até mesmo para os formadores de opinião, pois, nossas redes sociais e mídias tradicionais estão lotadas de especialistas relativizando o certo e o errado.
E o que é verdadeiro, se não mudarmos nossas perspectivas de “mundos”, afinal, só conhecemos este e duvidamos do “restante”. A nosso ver, seria razão e fé, mas, jamais teremos fé, se quando duvidarmos não procurarmos o axioma filosófico (verdade); é até injustiça com nosso espírito, pois, este pode ser o motor da vida, mas, sem alimentação, para e enferruja. Conhecimento liberta.
Até ateus pensam numa continuação da vida, pelo menos é o que um deles nos disse. Sorrimos, não refutamos, contudo, pensamos, não crer requer mais argumentos do que crer.
Nosso texto não é reflexo só do nosso “eu”, não somos patéticos; vias de consequências, estarmos inseguros de buscarmos alternativas há três anos, por motivos de confusão do Município; são também de todos que lutam no Brasil para sobreviverem numa desastrosa administração do governo federal. Seria castigo ou escolha inenarrável? Isso merece hiperbolizar, chega a ser inverossímil o fiasco, onde “verdades” vêm de um lado só!
A propósito, na Universidade de Griffith, Austrália, num concurso de definição de termos contemporâneos, o aluno vencedor definiu o termo “politicamente correto” assim: “Politicamente correto” é uma doutrina, sustentada por uma minoria iludida e sem lógica, que foi rapidamente promovida pelos meios de comunicação e que sustenta a ideia de que é inteiramente possível pegar num pedaço de merda pelo lado limpo”.
Do nada, não nasce nada, tanto que um punhado de nada não serve de nada, não forma nada, nem uma ameba. Temos alguns “cérebros de ameba” e só. Oh, Academia de gênios, enquanto o nada for o dogma que abraça para formar o tudo, parece pseudociência, desculpe-nos a permuta do codinome, somos leigos opinando.
Mais uma escolha errada, segundo nossos sentimentos, DARWIN morreu em 1.882, antes das descobertas dos cromossomos (1.909), da estrutura do DNA (1.953), do projeto genoma (1.990); não conheceu os avanços da tecnologia de diagnósticos, portanto, enganou-se, com suas propostas evolucionistas rudimentares, de poucos argumentos convincentes; não chegou a conhecer o quão complexo e perfeito são os processos fisiológicos demonstrados pela química, biologia e a física. A Academia sabe, estamos em 2023, só não se dobra ao criacionismo, prefere defender um próton do tamanho de uma cabeça de alfinete que explodiu e criou o universo e tudo que nele há. Isto que é fé do tamanho de um grão de mostarda!
Tudo é escolha! Não há méritos em criticarmos todas escolhas, mas, podemos falar de algumas delas sempre. Que Deus seja louvado!

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