top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 26/05/2026

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Por Luiz Fernando Alfredo
Por Luiz Fernando Alfredo

O Brasil entre captura e descrença

O Brasil vive uma crise que vai além da economia ou da política: trata-se de uma crise de confiança nacional. Boa parte da população já não acredita que as instituições atuem prioritariamente em favor do interesse público. A percepção crescente é de um país capturado por grupos organizados de poder - financeiros, partidários, corporativos e criminosos - que aprenderam a conviver e prosperar dentro das fragilidades do Estado.
Enquanto a carga tributária pesa sobre quem produz e trabalha, escândalos de corrupção continuam se repetindo em licitações, contratos públicos e relações promíscuas entre empresários e agentes políticos. Em muitas regiões, o crime organizado já não desafia apenas o Estado: infiltra-se nele.
Nesse ambiente, parte da imprensa tradicional tenta preservar seu papel histórico de mediação democrática. Mas enfrenta um problema sério: perdeu credibilidade junto a parcelas expressivas da sociedade, que a enxergam como seletiva, ideológica ou excessivamente próxima dos centros de poder econômico e político.
A consequência é perigosa. Quando cidadãos deixam de confiar simultaneamente em governos, Justiça, imprensa e partidos, abre-se espaço para radicalização, desinformação e soluções autoritárias vendidas como “salvação nacional”.
O desafio brasileiro não será resolvido por messianismos nem por slogans. Exigirá instituições mais transparentes, punição efetiva à corrupção, imprensa capaz de recuperar independência crítica e uma sociedade civil menos resignada com o ciclo permanente de escândalos.
O Brasil ainda possui energia econômica, criatividade social e potencial humano extraordinários. Mas nenhum país prospera indefinidamente quando a população passa a acreditar que o jogo está manipulado em favor de poucos.
A pergunta que permanece não é apenas “até quando?”, mas “quantos terão coragem de reconstruírem a confiança pública antes que ela desapareça de vez?”.
A nosso ver, devemos “Jair” pensando só em Flávio Bolsonaro, pois, devido às ideias, à coragem e às injustiças, jogaram o Capitão na prisão por ordem de Lula e suas “zelites” - que se julga Deus, paga a imprensa para que o seu nome não seja dito em vão e conta com os ministros do STF. Uns são ativistas e outros, acovardados, ajudaram a criar um monstro que colocou medo no comando das Forças Armadas e nos brasileiros frouxos, portanto não há outro que possamos confiar, que mude o Brasil - às propostas de Deus, pátria, família e liberdade estão sedimentadas nos brasileiros verdadeiramente cristãos.
Lula, rede globo, banqueiros, empresários sócios do PT, criminosos e políticos corruptos precisam ser extirpados da direção deste país, ninguém aguenta mais viver numa nação rica com um povo pobre, tendo que viver de bolsa família, pois, o que ganham em função da economia, mal sobra para comer ovo.


Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page