Papa Leão XIV não precisará de tratamento adicional após cirurgia de câncer de pulmão; resultados confirmam doença localizada
há 39 minutos
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Médicos do Vaticano anunciaram nesta quarta-feira (21) que o papa Leão XIV não precisará de nenhum tratamento complementar após ter sido submetido a cirurgia para remoção de um câncer no pulmão. O resultado dos exames histológicos confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, mas atestou que a doença permanecia localizada, sem disseminação. "Uma avaliação oncológica posterior confirmou que não é necessário nenhum tratamento adicional", declararam em comunicado o cirurgião-chefe do pontífice, Stefano Margaritora, e o médico pessoal, Luigi Carbone. A notícia foi recebida com alívio por fiéis em todo o mundo.
A intervenção cirúrgica ocorreu no dia 13 de outubro, após exames de rotina detectarem a presença de um nódulo no pulmão direito. Durante o procedimento, além da lesão, foi removido também o lobo inferior do mesmo pulmão. O boletim médico oficial registrou que a operação transcorreu com sucesso, sem complicações intra ou pós-operatórias. A recuperação do papa vinha sendo acompanhada por comunicados periódicos do Vaticano, que descrevia noites tranquilas e evolução dentro do esperado.
Oito dias após a cirurgia, Leão XIV fez seu retorno público à Praça de São Pedro, conduzindo a audiência geral sem sinal de cansaço. De seu papamóvel aberto, acenou para os peregrinos, abençoou bebês e dirigiu palavras de agradecimento à multidão. "A primeira coisa que quero dizer a vocês é obrigado pelo apoio e pelas orações", iniciou com voz firme e clara. O evento durou cerca de 50 minutos, e o pontífice não entrou em detalhes sobre sua saúde, preferindo agradecer a generosidade dos fiéis e renovar a confiança na bondade divina.
A confirmação de que não haverá necessidade de quimioterapia, radioterapia ou acompanhamento prolongado marca um desfecho positivo para um quadro que inicialmente gerou preocupação. A Igreja Católica e os fiéis acompanharam com atenção cada etapa do tratamento, e a rápida recuperação e o retorno às atividades reforçam a perspectiva de que o papa poderá retomar sua agenda normal nos próximos dias. O Vaticano não informou, porém, a data exata em que o pontífice reassumirá integralmente todos os compromissos oficiais.
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