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Perícia encontra projétil na cabeça de corretora morta em Goiás, afirma advogado

  • gazetadevarginhasi
  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

fonte: itatiaia
fonte: itatiaia
A perícia técnica encontrou um projétil alojado na cabeça da corretora mineira Daiane Alves Souza, assassinada em Caldas Novas, em Goiás. A informação foi confirmada pelo advogado da vítima, Plínio Mendonça, que também afirmou que um aparelho celular foi localizado na tubulação de esgoto do condomínio onde Daiane residia. Os laudos oficiais, no entanto, ainda não foram finalizados.
Segundo o advogado, as informações repassadas até o momento são extraoficiais e aguardam confirmação por parte da Polícia Técnico-Científica. O celular encontrado passará por perícia para verificar se pertence à vítima. O local onde o aparelho foi localizado teria sido indicado pelo próprio acusado durante a perícia complementar de reconstituição do crime.
“A informação é extraoficial. A Polícia Técnico Científica encontrou um projétil alojado no crânio dela. No entanto, os laudos periciais ainda não foram concluídos nem oficialmente divulgados. Houve a apreensão de um aparelho celular na tubulação de esgoto do condomínio, que também será periciado para saber se, de fato, era o celular da Daiane. O apontamento do local foi feito pelo próprio acusado no dia da perícia complementar de reconstituição do crime.”
De acordo com a Polícia Técnico-Científica, o laudo pericial ainda está em andamento, não sendo possível confirmar oficialmente, até o momento, a presença de projétil na cabeça da vítima.
Daiane Alves Souza, de 43 anos, desapareceu em 17 de dezembro de 2025 no prédio onde morava e administrava apartamentos pertencentes à mãe. Imagens de câmeras de segurança mostram a corretora descendo até o subsolo do edifício, sem retornar. A vítima chegou a gravar um vídeo no elevador e enviá-lo a uma amiga, mas as imagens registradas no subsolo nunca foram localizadas.
A Polícia Civil de Goiás aponta o síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, como autor do crime. Conforme as investigações, ele e a vítima mantinham um histórico de conflitos relacionados à administração de imóveis no prédio. Apesar disso, o investigado alegou que o crime não teria sido premeditado.
Segundo o Ministério Público de Goiás, Cléber perseguia Daiane de forma reiterada desde janeiro de 2024, com ameaças à integridade física e psicológica, restrição de locomoção e perturbação da privacidade. A denúncia também aponta sabotagens em serviços essenciais e uma agressão física ocorrida em fevereiro de 2025. O caso segue sob investigação.

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Gazeta de Varginha

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