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PF instaura investigação sobre supostas irregularidades no BRB após operações com o Banco Master

  • gazetadevarginhasi
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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A Polícia Federal instaurou um inquérito criminal para apurar suspeitas de gestão fraudulenta no Banco de Brasília BRB, em mais um desdobramento das investigações que envolvem o Banco Master e suas relações com a instituição financeira controlada pelo Governo do Distrito Federal GDF.

A abertura do procedimento investigativo ocorre em meio a apurações mais amplas sobre operações financeiras suspeitas que marcaram a tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB no ano passado. Em setembro de 2025, o Banco Central barrou a proposta de compra alegando preocupações com irregularidades nas transações e o risco ao patrimônio do banco público.

Segundo informações levantadas pela Polícia Federal, parte das operações que estão sendo examinadas envolvem aportes bilionários que somam cerca de R$ 16,7 bilhões entre 2024 e 2025, especialmente relacionados à compra de carteiras de crédito consideradas problemáticas do Master. Esse movimento financeiro é um dos pontos centrais da investigação que busca verificar possíveis falhas nos processos internos de análise aprovação e governança adotados pelo BRB.

A Polícia Federal também investiga eventuais discrepâncias na transparência de operações e na participação acionária de determinados grupos além de possíveis indícios de manipulação contábil e fiscal. O inquérito foi instaurado formalmente no fim de janeiro e segue em sigilo judicial com comunicação ao ministro Dias Toffoli do Supremo Tribunal Federal STF.

O caso se insere no contexto das apurações desencadeadas a partir da Operação Compliance Zero que começou a investigar fraudes no Banco Master e envolveu buscas afastamentos e outras diligências realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público no ano passado. A liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central em novembro de 2025 e a prisão temporária de executivos ligados à instituição também integram esse desdobramento de investigações.

Até o momento a Polícia Federal não divulgou pedido de depoimentos ou convocação oficial no âmbito desse novo inquérito. As investigações prosseguem com a análise de documentos balancetes e contratos à medida que a apuração busca esclarecer eventuais práticas que possam ter violado normas legais e regulatórias no âmbito da gestão do banco público.

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Gazeta de Varginha

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