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Polícia Federal surpreende investigados e apreende dinheiro jogado de janela em 3ª fase de operação contra fraude financeira

  • gazetadevarginhasi
  • há 13 minutos
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Na quarta-feira (11/02/2026), a Polícia Federal (PF) deflagrou a terceira fase da Operação Barco de Papel, investigação em curso que apura crimes contra o sistema financeiro nacional, disse o órgão em comunicado oficial divulgado na manhã de hoje. A ação é um desdobramento de uma operação que começou no final de janeiro para investigar irregularidades relacionadas à gestão de recursos previdenciários de uma autarquia no estado do Rio de Janeiro.

De acordo com a PF, nesta etapa os agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados nos municípios de Balneário Camboriú e Itapema, ambos no estado de Santa Catarina, com o apoio de equipes da Delegacia de Polícia Federal em Itajaí/SC. As ordens judiciais foram expedidas pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.

Segundo a corporação, os mandados fazem parte da investigação em andamento que começou com a operação deflagrada em 23 de janeiro de 2026, também chamada Barco de Papel, que apura supostas transações financeiras irregulares envolvendo a gestão de recursos do regime previdenciário dos servidores públicos do Rio de Janeiro em aplicações que foram consideradas de risco elevado à finalidade do fundo.

Durante as diligências desta manhã, a PF informou que, no momento em que as equipes chegaram para realizar buscas em um dos apartamentos alvo da ação em Balneário Camboriú, um dos ocupantes arremessou uma mala contendo dinheiro em espécie pela janela do imóvel. As autoridades conseguiram recuperar esse montante, além de apreender dois veículos de luxo e dois smartphones durante a execução dos mandados judiciais.

A Polícia Federal acrescentou que os desdobramentos dessa fase também visam localizar e recuperar bens, valores e objetos retirados de locais relacionados aos investigados, como parte da continuidade da apuração. Os detalhes sobre os valores envolvidos, os nomes dos alvos ou eventuais prisões, se houver, não foram divulgados no comunicado oficial até o momento.

A Operação Barco de Papel integra um conjunto mais amplo de investigações da PF voltadas ao enfrentamento de crimes que podem afetar a integridade e a estabilidade do sistema financeiro, ressaltando a atuação da corporação no combate a fraudes, gestão fraudulenta, desvio de recursos, entre outros delitos sob apuração.

Gazeta de Varginha

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