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Pressão de Trump obriga Mercosul e UE a unirem forças em 'casamento forçado

  • gazetadevarginhasi
  • 9 de dez. de 2024
  • 1 min de leitura
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
Após 25 anos de negociações, Mercosul e União Europeia finalmente assinaram um acordo comercial, impulsionados por mudanças geopolíticas recentes, como a volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A iminência de uma administração americana mais protecionista e isolacionista acelerou as tratativas entre os blocos, que buscam alternativas para reduzir sua dependência dos Estados Unidos.
Trump, que assume em janeiro, já sinalizou planos de aumentar tarifas comerciais, impactando parceiros como México, Canadá, China e até mesmo a Europa. Esse cenário levou a Europa a buscar parcerias estratégicas em regiões ricas em recursos naturais essenciais para a transição energética, como os países do Mercosul.
Do lado sul-americano, mudanças políticas também foram determinantes. No Brasil, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva priorizou questões ambientais nas relações internacionais, enquanto na Argentina, o presidente Javier Milei eliminou barreiras ao acordo que existiam nos governos anteriores.
A aliança é vista como estratégica pela União Europeia, tanto para fortalecer sua posição em mercados onde a China avança quanto para garantir acesso a recursos como lítio e energia renovável. Já para o Mercosul, o acordo oferece uma oportunidade de ampliar mercados para exportações e atrair novos investimentos.

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