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Projeto do Hospital Einstein usa IA para reduzir transferências tardias para UTI em pacientes com câncer

  • 20 de set. de 2024
  • 1 min de leitura
medicos
Foto: Reprodução
O Hospital Israelita Albert Einstein implementou um modelo assistencial que usa dados e inteligência artificial (IA) para detectar precocemente a piora clínica de pacientes internados. A iniciativa visa reduzir em 50% o número de transferências tardias para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos próximos dois anos. A primeira fase do projeto, chamada "Watcher", foca no monitoramento de pacientes com câncer, que representam o grupo de maior risco para complicações graves.
A Central de Monitoramento Assistencial (CMOA) coleta dados em tempo real, permitindo intervenções imediatas em casos de risco, como quedas e deterioração clínica. A tecnologia ajuda a prevenir eventos graves, como parada cardiorrespiratória e sepse, permitindo um tratamento mais rápido e menos invasivo.

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Gazeta de Varginha

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