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'Sul de Minas é a França do Brasil', diz vice-governador Mateus Simões

  • 26 de jul. de 2023
  • 2 min de leitura

Foto: Flavio Tavares/O Tempo


Minas Gerais precisa interiorizar o turismo e aproveitar as vantagens que o Estado tem para oferecer aos visitantes. 

Na avaliação do vice-governador Mateus Simões (Novo), a saída é investir em infraestrutura de atendimento e serviços aos turistas. Segundo ele, um dos exemplos de como o turismo poderia ser utilizado está no Sul de Minas. Minas Gerais precisa interiorizar o turismo e aproveitar as vantagens que o Estado tem para oferecer aos visitantes.  Na avaliação do vice-governador Mateus Simões (Novo), a saída é investir em infraestrutura de atendimento e serviços aos turistas. Segundo ele, um dos exemplos de como o turismo poderia ser utilizado está no Sul de Minas.

“Eles (empreendedores) têm que perceber que tem mais para oferecer. Durante a campanha eu falei que queira comprar um queijo do Serro quando estivesse passando pela cidade. Mas não existe uma banca de queijo na passagem rodoviária do Serro. A gente tem como ir melhorando isso. No caso de Maria da Fé e do Serro eu posso mostrar para eles Piranguinho, quem já foi na cidade sabe que tem vinte lojas de pé-de-moleque na entrada da cidade, uma mais arrumada e mais bonita que a outra”, destaca. O vice-governador lembrou que Minas Gerais é o segundo destino turístico do país, que só perde para São Paulo em número de visitantes. “Muita gente acha que não, porque não temos mar. Mas temos muitas coisas para oferecer”, diz.

Mas ele comemorou que os resultados obtidos têm sido positivos, com alta taxa de ocupação hoteleira, e que ao governo cabe manter os investimentos na infraestrutura mineira.

“Temos que trazer a referência das cidades de médio porte para Minas Gerais. Na Zona da Mata, as cidades todas se viraram para o Rio de Janeiro; no Triângiulo e no Sul, as cidades se viraram para São Paulo. Nós precisamos trazer de volta estas cidades para Minas. A forma é prestar atenção a estas cidades e atender as demandas delas. Criar infraestrutura para ligar os nossos grandes centros e abandonar a ideia de oposição entre o centro político com o interior tem prejudicado muito o desenvolvimento econômico do Estado”, avalia.


Fonte: O Tempo

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Gazeta de Varginha

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