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Síndico é preso suspeito de matar corretora mineira em Goiás e chega à delegacia sem falar com a imprensa

  • gazetadevarginhasi
  • 28 de jan.
  • 2 min de leitura

fonte: itatiaia
fonte: itatiaia
Momento da prisão do síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 50 anos, apontado como suspeito de envolvimento na morte da corretora mineira Daiane Alves Souza, de 43 anos. A prisão ocorreu na manhã desta quarta-feira (28), em Caldas Novas (GO), no prédio onde ele morava e exercia a função de síndico. Algemado, Cleber foi levado à delegacia e não respondeu às perguntas de jornalistas sobre o crime.
Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025. Segundo a Polícia Civil de Goiás, o corpo dela foi localizado em uma área de mata. O filho de Cleber, cuja identidade não foi divulgada, também foi preso. Já o porteiro do prédio foi conduzido para prestar esclarecimentos.
Imagens de segurança mostram que Daiane foi vista pela última vez ao descer de elevador até o subsolo do prédio onde morava. Antes de desaparecer, ela gravou vídeos relatando problemas no apartamento, como falta de energia e água. De acordo com a mãe da vítima, Nilse Alves Pontes, a filha teria descido para tentar resolver a situação elétrica da unidade.
A família afirma que Daiane já havia registrado episódios anteriores de agressão envolvendo o síndico. Fotos e vídeos mostrariam arranhões no rosto da corretora, que teria procurado a polícia na ocasião e feito exame de corpo de delito.
O Ministério Público de Goiás denunciou Cleber por perseguição contra Daiane. Conforme a denúncia, ele teria feito ameaças frequentes, causado abalos psicológicos e interferido na liberdade e privacidade da vítima. A perseguição, segundo o MP, teria começado em janeiro de 2024, após desentendimentos relacionados à administração de apartamentos da família no condomínio.
No dia do desaparecimento, Daiane foi vista na portaria e depois retornando ao elevador. Após descer ao subsolo, não apareceu mais nas câmeras. A mãe registrou boletim de ocorrência ainda naquela noite e procurou a filha em hospitais da região. O caso ganhou repercussão após familiares de Minas Gerais buscarem apoio para as buscas.

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Gazeta de Varginha

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