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Toffoli se declara suspeito e não participa de julgamento sobre prisão de ex-presidente do BRB

  • 22 de abr.
  • 1 min de leitura
Reprodução
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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu se declarar suspeito e não participar do julgamento que analisa a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. A análise ocorre na Segunda Turma da Corte, responsável por avaliar se a detenção será mantida ou revogada.

A decisão de Toffoli segue um padrão adotado pelo próprio ministro em outros processos ligados ao chamado caso Banco Master, que investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes financeiros envolvendo operações bancárias.

O julgamento ocorre no plenário virtual, formato em que os ministros depositam seus votos eletronicamente. Sem a participação de Toffoli, a decisão fica a cargo dos demais integrantes da Segunda Turma. Em caso de empate, prevalece o entendimento mais favorável ao investigado.

A suspeição foi declarada por “motivo de foro íntimo”, conforme previsto na legislação. O ministro já havia se afastado de outros processos relacionados ao mesmo caso, após a divulgação de informações que levantaram questionamentos sobre sua atuação no processo.

Paulo Henrique Costa foi preso no âmbito de uma investigação da Polícia Federal que apura um esquema envolvendo compra de ativos e supostas irregularidades financeiras. Ele é apontado como um dos envolvidos em negociações investigadas pelas autoridades.

A decisão do STF sobre a manutenção ou não da prisão do ex-presidente do BRB segue em análise pelos demais ministros da Turma.

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Gazeta de Varginha

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