top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Três mulheres são condenadas por comandar rede de exploração sexual em MG e SC

  • gazetadevarginhasi
  • 23 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura
Três mulheres são condenadas por comandar rede de exploração sexual em MG e SC
Divulgação
Justiça condena acusadas por exploração sexual de travestis e mulheres trans em esquema interestadual desarticulado na operação Libertas.

Três mulheres investigadas por envolvimento em um esquema de exploração sexual de travestis e mulheres trans foram condenadas pela Justiça mineira nos termos da denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), no âmbito da operação Libertas. Deflagrada em 2021 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a operação apurou a existência de uma organização criminosa com atuação interestadual.

Uma ex-vereadora de Uberlândia, apontada como líder do núcleo que atuava na cidade, foi sentenciada a 14 anos, seis meses e 28 dias de reclusão. Ela foi condenada pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e rufianismo — prática de exploração da prostituição alheia. A sentença impôs ainda o pagamento de multa e a perda de bens adquiridos com os lucros do esquema.

Já a mulher identificada como chefe da célula em Criciúma (SC) recebeu pena de 21 anos, 10 meses e 18 dias de reclusão, além de multa, pelos mesmos crimes e também por tentativa de embaraço à investigação. Uma terceira envolvida foi condenada a 14 anos, nove meses e 29 dias de prisão. Todas as sentenças são da 1ª Vara Criminal de Uberlândia, datadas de 17 de julho, e preveem o início do cumprimento da pena em regime fechado. As acusadas haviam sido presas preventivamente em 2023, ano em que a denúncia foi formalmente recebida.

Além das penas de prisão e das multas, a Justiça determinou que as rés paguem indenizações de R$ 20 mil a título de danos morais para cada uma das vítimas. Também foi decretado o confisco de imóveis e veículos ligados ao grupo criminoso.

A operação Libertas já resultou em outras condenações de participantes do esquema, com penas que variam entre sete e mais de vinte anos de reclusão, conforme decisões já proferidas em processos relacionados.
Fonte: MPMG

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page