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Ucrânia faz cortes emergenciais de energia após ataque aéreo russo

  • gazetadevarginhasi
  • 15 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura
Reprodução
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A Ucrânia implementou cortes de energia de emergência em seis regiões nesta quarta-feira (15), em resposta ao que as autoridades descreveram como um ataque "massivo" de mísseis russos, conforme informado pela operadora da rede elétrica nacional.


A Força Aérea de Kiev alertou sobre vários grupos de projéteis lançados pela Rússia durante um alerta de ataque aéreo em todo o país, embora não tenha sido registrado imediatamente nenhum dano significativo. De acordo com a Ukrenergo, os cortes de energia afetaram as regiões de Kharkiv, Sumy, Poltava, Zaporizhzhia, Dnipropetrovsk e Kirovohrad. Além disso, o ministro ucraniano de Energia, German Galushchenko, afirmou nas redes sociais que "medidas preventivas" também estavam sendo adotadas no sistema de distribuição de eletricidade.


A Rússia tem realizado ataques aéreos regulares contra a infraestrutura energética da Ucrânia enquanto suas forças terrestres continuam a avançar no campo de batalha na invasão em curso, que já dura quase três anos. Na manhã desta quarta-feira, os habitantes de Kiev se abrigaram em estações de metrô durante os ataques aéreos.
Entenda a Guerra entre Rússia e Ucrânia
A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, atacando o território ucraniano por três frentes: a fronteira russa, a Crimeia e Belarus, aliado próximo do Kremlin. Inicialmente, as forças russas conseguiram avanços consideráveis, mas os ucranianos reagiram firmemente.
A invasão foi amplamente condenada pela comunidade internacional e resultou em sanções econômicas significativas contra a Rússia. Em outubro de 2024, após milhares de mortes, o conflito entrou no que analistas consideram o momento mais crítico até o momento.


As tensões aumentaram quando o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou o uso de um míssil hipersônico de alcance intermediário durante um ataque à Ucrânia. Embora o projétil tenha carregado ogivas convencionais, ele tem capacidade para transportar material nuclear. Esse lançamento ocorreu após a Ucrânia realizar uma ofensiva dentro do território russo, utilizando armamentos fornecidos por potências ocidentais, como os Estados Unidos, Reino Unido e França.
Além disso, a inteligência ocidental suspeita que a Rússia esteja utilizando tropas da Coreia do Norte no conflito, embora Moscou e Pyongyang não confirmem nem neguem a informação.



O presidente Vladimir Putin, que substituiu seu ministro da Defesa em maio, afirmou que as forças russas estão avançando de forma mais eficaz e que a Rússia alcançará todos os seus objetivos na Ucrânia, embora sem fornecer detalhes. Por sua vez, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acredita que os principais objetivos de Putin são conquistar toda a região do Donbass, abrangendo Donetsk e Luhansk, além de expulsar as tropas ucranianas da região de Kursk, na Rússia, que estão sob controle ucraniano desde agosto.

Fonte:CNN.

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Gazeta de Varginha

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