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Votação avança nos EUA: mais seis estados abrem urnas; disputa pelo Congresso define segundo mandato de Trump

há 43 minutos
2 min de leitura

Reprodução
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A votação nas Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos prossegue em ritmo crescente nesta terça-feira (3). Após a abertura em Vermont às 7h (horário de Brasília), às 8h foi a vez de Nova York, Nova Jersey, Indiana, Kentucky, Virgínia, Connecticut, Illinois, Missouri e Louisiana. Às 9h, outros 18 estados abriram as urnas, entre eles Texas, Flórida, Geórgia e Pensilvânia — estados decisivos que costumam concentrar disputas acirradas. A partir das 10h, eleitores de Arizona, Nebraska, Novo México, Wyoming, Montana e Utah começam a votar. Mais tarde, será a vez de Nevada, Califórnia e Idaho, na Costa Oeste.

O país possui nove fusos horários, o que significa que a votação se estende ao longo do dia e da noite. Enquanto o Havaí fecha as urnas, estados do litoral atlântico já estão em fase avançada de apuração. Importante: a ordem de encerramento não corresponde necessariamente à ordem de divulgação dos resultados. O volume de votos antecipados e enviados pelo correio pode atrasar a contagem em alguns estados, mesmo após o fechamento das seções. A consolidação completa do quadro nacional pode levar horas ou dias.

O que está em jogo define a segunda metade do mandato de Donald Trump. Na Câmara dos Representantes, todos os 435 assentos são renovados — os mandatos são de dois anos. Os democratas precisam ganhar apenas três cadeiras para assumir o controle. No Senado, a tarefa é mais difícil: são 35 vagas em disputa, e a maioria republicana atual é de 53 a 47. Como o vice-presidente JD Vance pode desempatar, os democratas precisam conquistar quatro assentos para virar o comando da casa.

Além do Congresso, os eleitores escolhem 36 governadores, procuradores-gerais, secretários de Estado e mais de 6 mil vagas em legislaturas estaduais. Também estão em votação dezenas de propostas de emendas constitucionais nos estados. O impacto vai além de Washington: governadores e assembleias estaduais moldam políticas locais, leis eleitorais e pautas que podem servir de base para a disputa presidencial de 2028. O que começa hoje nas urnas não é apenas avaliação do presente — é o caminho para o futuro dos Estados Unidos.

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