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40260 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Apple estima US$ 900 milhões em custos no próximo trimestre devido a tarifas

    A Apple informou que espera enfrentar um impacto de US$ 900 milhões em custos no trimestre que se encerra em junho de 2025, em razão da estrutura tarifária atualmente em vigor. O CEO da empresa, Tim Cook, destacou que essa estimativa é específica e não deve ser utilizada como base para projeções futuras, já que o trimestre de junho inclui fatores atípicos. A declaração de Cook foi feita após a divulgação dos resultados financeiros do trimestre encerrado em março, que surpreenderam positivamente o mercado. Apesar do bom desempenho, a previsão de impacto financeiro devido às tarifas gerou apreensão entre investidores, refletindo em queda nas ações da companhia. O crescimento nas vendas registrado anteriormente à nova rodada de tarifas anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou força do setor de consumo da Apple. No entanto, o chamado “tarifaço” — que visa sobretaxar produtos importados, principalmente da China — deve pesar diretamente nos custos operacionais da gigante da tecnologia nos próximos meses. A companhia reforçou que a estimativa de US$ 900 milhões reflete apenas o cenário do trimestre atual e pode não se repetir, dependendo de alterações políticas e econômicas. O cenário reforça as incertezas enfrentadas por empresas com cadeias de produção globalizadas em meio a disputas comerciais.

  • Plano de ataque contra público LGBTQIA+ no show de Lady Gaga é descoberto pela Polícia Civil

    Divulgação Polícia Civil frustra plano de ataque a bomba em show de Lady Gaga em Copacabana A Polícia Civil do Rio de Janeiro frustrou um plano de ataque a bomba que seria executado durante o show da cantora Lady Gaga, realizado na noite deste sábado (3), em Copacabana. O evento atraiu cerca de 2,1 milhão de pessoas, conforme estimativa da prefeitura. Um dos suspeitos foi preso. De acordo com as investigações, os criminosos utilizavam redes sociais para recrutar integrantes, incluindo adolescentes, com o objetivo de realizar atentados com explosivos improvisados e coquetéis molotov. As autoridades afirmam que o grupo promovia discursos de ódio e planejavam ataques direcionados principalmente a crianças, adolescentes e ao público LGBTQIA+. A operação contou com o trabalho do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), que vinha monitorando os suspeitos havia semanas. A prisão de um dos envolvidos evitou o que poderia ter se tornado uma tragédia de grandes proporções durante um dos eventos mais populares do ano na capital fluminense. A polícia não informou a identidade do preso, mas confirmou que ele já vinha sendo monitorado por participação em grupos extremistas com conteúdo violento. O material apreendido será periciado e poderá levar a novos mandados de prisão nos próximos dias. O caso seguirá em sigilo enquanto as investigações avançam. Fonte: UOL

  • OPAS alerta para déficit de médicos nas Américas e risco ao acesso à saúde

    A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) emitiu um alerta preocupante: mais de um terço dos países do continente americano enfrenta uma escassez crítica de médicos e profissionais de saúde, o que pode comprometer o acesso universal à saúde. Segundo o novo Relatório da Força de Trabalho da Área de Saúde nas Américas, até 2030 poderá faltar cerca de 2 milhões de profissionais no setor. Atualmente, 14 dos 39 países da região não possuem enfermeiros, médicos ou parteiras em quantidade suficiente. A média geral é de 66,5 trabalhadores da saúde por 10 mil habitantes — superior ao mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (44,5), mas os dados escondem disparidades gritantes. Enquanto os EUA contam com mais de 130 enfermeiras por 10 mil habitantes, no Haiti são apenas 3,8. No Brasil, estima-se que haja cerca de 2,98 médicos por mil habitantes — ainda abaixo dos 3,7 recomendados pela OCDE. Além disso, a distribuição é desigual: 48 grandes cidades concentram 58% dos médicos, enquanto mais de 4.800 municípios pequenos ficam com apenas 8%. O relatório também destaca uma mudança de perfil: em 2025, pela primeira vez, o Brasil terá maioria feminina na profissão médica, com 50,9%, número que deve chegar a 55,7% até 2035. Mas, apesar do crescimento numérico, a má distribuição e as condições precárias continuam sendo gargalos. O diretor da OPAS, Jarbas Barbosa, defende investimentos urgentes em formação, melhores condições de trabalho e políticas públicas eficazes para fixar profissionais em áreas remotas. Ele alertou que sem a “espinha dorsal” dos sistemas de saúde — a força de trabalho — o acesso universal torna-se inviável.

  • Funcionário obrigado a dançar em reuniões será indenizado em R$ 10 mil

    Divulgação Supermercado é condenado por constranger empregado com danças motivacionais. Um supermercado de Contagem foi condenado pela Justiça do Trabalho a indenizar em R$ 10 mil um ex-funcionário que alegou ter sido submetido a situações vexatórias durante reuniões. Segundo ele, a empresa impunha dinâmicas chamadas “cheers”, que incluíam gritos de guerra, canções e danças, obrigatórias em encontros com a equipe. O trabalhador sustentou que o empregador ultrapassou os limites do poder diretivo ao exigir participação nessas dinâmicas. “A empresa sujeitou os empregados a um tratamento humilhante e constrangedor, desrespeitando a dignidade daqueles, que tinham que rebolar na frente dos colegas e ainda cantar”, relatou à Justiça. Inicialmente, a 4ª Vara do Trabalho de Contagem rejeitou o pedido de indenização. A empresa argumentou que o “cheers” era facultativo e que a prática havia sido extinta há anos. Em sua defesa, afirmou não ter desrespeitado a dignidade dos funcionários nem promovido assédio moral, perseguição ou humilhação. [ Contudo, ao julgar o recurso, a 11ª Turma do TRT-MG considerou a prática irregular. O relator, juiz convocado Márcio Toledo Gonçalves, destacou que a própria empresa admitiu ter adotado a metodologia e não provou quando a suspendeu. Para o magistrado, o uso de cânticos e danças no ambiente de trabalho caracteriza abuso e constrangimento. “A imposição de danças e cânticos motivacionais evidencia a prática de excesso pelo empregador, situação que, consoante jurisprudência do TST, expõe o empregado a situação vexatória”, afirmou o juiz. Ele acrescentou que a violação de direitos fundamentais dispensa comprovação de sofrimento, bastando a constatação do fato. O relator ressaltou ainda que a fixação da indenização deve observar os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, avaliando os danos, a situação econômica das partes e o caráter pedagógico da medida. Diante disso, fixou o valor em R$ 10 mil. Conscientização Celebrado em 2 de maio, o Dia Nacional de Combate ao Assédio Moral busca alertar a sociedade para os danos causados por essa prática no trabalho. Humilhações e constrangimentos podem afetar seriamente a saúde mental e emocional das vítimas. A data inspira ações como campanhas, palestras e debates que ajudam a identificar e prevenir o assédio. No Brasil, a Constituição Federal garante reparações por violações à honra e imagem, reforçando o direito à dignidade no trabalho. O dia também chama atenção para as recentes mudanças na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), prorrogadas para maio de 2026. A nova versão exige que empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Essas mudanças incluem medidas como canais de denúncia, apoio psicológico e treinamentos sobre saúde mental. O objetivo é reduzir os afastamentos por transtornos mentais e promover ambientes de trabalho mais seguros, éticos e respeitosos para todos. Fonte: TRT-MG

  • Justiça reconhece discriminação por dreads e garante indenização a trabalhador em BH

    Divulgação Trabalhador com dreads é indenizado após dispensa discriminatória em BH. Um trabalhador dispensado de forma discriminatória por usar cabelos com tranças e “dreads” será indenizado por danos morais. A decisão é da Justiça do Trabalho de Belo Horizonte, que condenou uma revendedora de veículos ao pagamento de R$ 5 mil. O caso ganhou destaque após a divulgação de um áudio em que um supervisor da empresa admite que o estilo do funcionário gerava incômodo por contrariar a imagem que a empresa desejava transmitir. No áudio, o supervisor afirma que “a empresa busca transmitir uma postura mais séria, com um visual mais básico” e cita o uso dos “dreads” como motivo de desconforto. Ele ainda questiona se o trabalhador estaria disposto a mudar a aparência. O profissional, por sua vez, reafirmou que não abriria mão do cabelo. A conversa termina com o supervisor reconhecendo o impasse criado. O trabalhador havia sido contratado para atuar na área de marketing e seu contrato teve vigência entre 13 de março e 10 de abril de 2023, sendo encerrado sem justificativa formal. Em juízo, o autor alegou que sua aparência era a mesma na entrevista e não foi empecilho para sua contratação. Ao julgar o caso, a 43ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte reconheceu a prática discriminatória. Na sentença, o juiz ressaltou o valor cultural e identitário do uso de “dreadlocks”, afirmando que se trata de uma manifestação de orgulho afrodescendente, espiritualidade e resistência a padrões estéticos eurocêntricos. A empresa recorreu da decisão, negando caráter discriminatório na dispensa e alegando uso legítimo do poder diretivo. No entanto, o desembargador Delane Marcolino Ferreira, da Quarta Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG), manteve o entendimento da instância anterior. Segundo ele, ficou claro que a dispensa ocorreu em razão da aparência do trabalhador, especialmente pelo corte de cabelo associado à identidade étnica. O relator também destacou que o profissional não mantinha contato direto com o público, o que enfraquece o argumento de que sua aparência comprometeria a imagem da empresa. Por fim, o magistrado considerou o curto período do vínculo empregatício para fixar a indenização em R$ 5 mil, valor que considerou razoável diante das circunstâncias do caso. Fonte: TRT-MG

  • Casos de dengue passam de 1,1 milhão no Brasil e Porto Alegre decreta emergência

    O Brasil ultrapassou a marca de 1,1 milhão de casos prováveis de dengue desde o início de 2025, com 791 mortes registradas até o momento. Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, decretou estado de emergência em saúde pública após contabilizar mais de 5.200 infecções neste ano, com média de 45 novos casos por dia. A aposentada Maria Alice da Luz, de 82 anos, é uma das vítimas da forma hemorrágica da doença, considerada a mais grave. Ela relatou sintomas intensos, como coceira, insônia, boca seca e falta de apetite. A rapidez no diagnóstico foi crucial para evitar complicações maiores. Para agilizar o atendimento, a cidade passou a utilizar um hemoglobinômetro — equipamento que realiza exames rápidos de sangue com apenas uma gota, fornecendo resultados em cerca de três segundos. A ferramenta permite classificar os casos entre leves e graves com mais precisão, agilizando decisões clínicas e reduzindo o risco de agravamento. Até abril, São Paulo liderava o número de casos graves, seguido por Paraná, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. O boletim estadual gaúcho indicou 12 mil casos confirmados, sendo 10.014 autóctones — adquiridos dentro dos próprios municípios. Em resposta à crise, o Exército montou tendas de atendimento em seis unidades de saúde da capital gaúcha. O uso de tecnologia no diagnóstico, somado à mobilização institucional, busca conter o avanço da epidemia, que já pressiona hospitais e unidades de saúde em diversas regiões do país.

  • STJ decide que vendedor pode responder por dívida de condomínio mesmo após entrega da posse

    Divulgação STJ reafirma que vendedor pode responder por dívidas condominiais mesmo após posse do comprador. A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a possibilidade de o vendedor responder solidariamente por dívidas condominiais relativas ao período posterior à posse do imóvel pelo comprador, nos casos em que o contrato de compra e venda não tenha sido registrado em cartório. A decisão foi tomada com base no Tema 886, interpretado à luz da natureza propter rem da obrigação condominial – isto é, vinculada ao próprio imóvel e não à vontade das partes envolvidas no contrato. O caso analisado envolve um imóvel de uma companhia de habitação popular prometido a um casal em 1985, cuja posse se deu antes do registro formal da transação. O condomínio ingressou com ação judicial cobrando quotas vencidas entre 1987 e 1996. Apesar da sentença favorável, a execução foi frustrada, levando o condomínio a pedir a penhora do imóvel, ainda registrado em nome da empresa. A companhia, que não participou da fase de conhecimento do processo, tentou afastar sua responsabilidade por meio de embargos de terceiros, que foram rejeitados. Ao recorrer ao STJ, a empresa alegou que a dívida deveria recair exclusivamente sobre o comprador, já que este estava na posse do imóvel. A relatora, ministra Isabel Gallotti, no entanto, afastou essa tese. Segundo ela, embora o condomínio tivesse ciência da transação e da posse exercida pelos compradores, isso não retira a responsabilidade do proprietário formal, uma vez que a promessa de compra e venda não é capaz de vincular terceiros – como o próprio condomínio – às cláusulas contratuais firmadas entre vendedor e comprador. Gallotti destacou que o direito à cobrança da dívida está ligado ao imóvel e que a obrigação propter rem não pode ser extinta pela simples transferência da posse. A ministra também ressaltou que a tese fixada no Tema 886 deve ser interpretada com cautela, especialmente diante de decisões divergentes nas turmas do STJ sobre o assunto. Com isso, o tribunal reafirmou a legitimidade passiva concorrente entre vendedor e comprador na cobrança de débitos condominiais, mesmo quando o imóvel já está sob posse do comprador, mas o contrato não foi levado a registro. Fonte: STJ

  • Putin diz esperar que não seja necessário usar armas nucleares na Ucrânia

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou neste domingo (4), em prévia de entrevista à TV estatal russa, que a necessidade de uso de armas nucleares na guerra da Ucrânia “ainda não surgiu”, mas ressaltou que o país possui força e meios suficientes para levar o conflito, iniciado em 2022, a uma “conclusão lógica”, caso julgue necessário. Putin fez referência à reformulação da Doutrina Nuclear da Rússia, assinada por ele em novembro do ano passado. Essa nova versão do documento flexibiliza os critérios para o uso de armas atômicas, permitindo até mesmo uma resposta nuclear a ataques convencionais. O documento, denominado “Princípios Básicos da Política Estatal sobre Dissuasão Nuclear”, define as situações em que o Kremlin pode utilizar seu arsenal nuclear. A mudança aumentou a preocupação internacional ao ampliar as circunstâncias em que o armamento pode ser empregado. Além disso, Putin anunciou um cessar-fogo unilateral de 72 horas na Ucrânia, programado para acontecer de 8 a 10 de maio, durante as comemorações do Dia da Vitória sobre o nazismo — o maior feriado secular da Rússia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, solicitou uma trégua mais longa, de 30 dias, como proposto pelos EUA. A guerra entre Rússia e Ucrânia já se arrasta há mais de três anos, com inúmeras tentativas frustradas de cessar-fogo duradouro e um crescente temor internacional quanto ao uso de armamentos de destruição em massa.

  • Minas Gerais decreta emergência em saúde pública por aumento de doenças respiratórias

    O governo de Minas Gerais decretou estado de emergência em saúde pública nesta sexta-feira (2) por conta do aumento expressivo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Desde janeiro, o estado já contabilizou 26.817 internações e 397 mortes, com maior impacto entre crianças e idosos. O decreto tem validade de 180 dias e autoriza a adoção imediata de medidas administrativas e assistenciais, como contratação emergencial de profissionais e compra de insumos. Também está prevista a criação de um centro de operações em saúde voltado exclusivamente à SRAG, com o objetivo de coordenar ações de enfrentamento ao surto. Segundo o secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, o estado já atua em quatro frentes: vigilância, assistência, vacinação e capacitação de profissionais. A meta é integrar esforços para conter a circulação viral no período mais crítico do ano. Em Belo Horizonte, a prefeitura já havia decretado situação semelhante no dia 30 de abril, após registrar 63.217 atendimentos por SRAG só no mês — um aumento de 49% em relação a março. A maior demanda vem de crianças entre 1 e 4 anos, que necessitam de internação com maior frequência. Baccheretti destacou ainda que vacinas contra doenças respiratórias como a gripe e a covid-19 estão disponíveis e são eficazes. Ele alertou para o risco do vírus sincicial respiratório (VSR), que ainda não possui vacina e é especialmente perigoso para bebês. Por isso, ele recomenda que pais evitem expor crianças com sintomas a outras, para reduzir a transmissão.

  • Apostas de Cabo Verde e Andradas ganham prêmio de R$842 na Mega-Sena

    Divulgaçõ Apostas de Cabo Verde e Andradas acertam a quadra da Mega-Sena e levam R$842. 76. Duas apostas de cidades do Sul de Minas foram premiadas com a quadra no concurso 2858 da Mega-Sena, realizado no sábado (3). Segundo informações da Caixa Econômica Federal, os bilhetes vencedores foram registrados em Cabo Verde e Andradas. Cada um deles levou o prêmio de R$842,76. Ambas as apostas foram simples e acertaram quatro das seis dezenas sorteadas: 08, 18, 27, 28, 48 e 52. Como nenhum apostador cravou todos os números, o prêmio principal acumulou. O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado nesta terça-feira (6) e a estimativa é de que o prêmio chegue a R$20 milhões. Fonte: OndaPoços

  • Fim da escala 6x1 será prioridade do governo no Congresso, diz Gleisi Hoffmann

    A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), afirmou que o debate sobre a jornada de trabalho, incluindo o fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso), será uma das prioridades do governo federal no Congresso Nacional. A proposta visa ampliar o diálogo com a sociedade e promover avanços trabalhistas. A escala 6x1, amplamente adotada no Brasil, tem sido criticada por limitar o tempo livre dos trabalhadores. A nova proposta, que já tramita na Câmara dos Deputados, propõe a redução da jornada semanal de 44 para 36 horas, permitindo uma nova escala de quatro dias trabalhados e três dias de descanso. O texto, protocolado pela deputada Erika Hilton (PSOL), propõe uma emenda à Constituição e precisa passar por diversas etapas legislativas: será inicialmente analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), seguido por votação em comissão especial e, por fim, no Plenário da Câmara. Se aprovado, seguirá para apreciação no Senado. O presidente Lula já se manifestou a favor da medida, argumentando que a jornada atual colabora para o esgotamento físico e mental da população trabalhadora. Outros setores, no entanto, se mostram preocupados com os efeitos econômicos, especialmente entre empregadores, que alertam para um possível aumento no desemprego. O governo promete encaminhar a discussão com base em diálogo e decisão política, buscando equilíbrio entre desenvolvimento, geração de empregos e justiça social. A expectativa é que o debate ganhe força nas próximas semanas.

  • Varginha intensifica manutenção asfáltica em bairros e vias movimentadas

    Divulgação Prefeitura de Varginha realiza manutenção asfáltica em vários bairros nesta segunda-feira. A Prefeitura de Varginha realiza, nesta segunda-feira (6), uma série de ações de manutenção asfáltica em diferentes pontos da cidade. Os trabalhos se concentram nos bairros Padre Vitor, Belo Horizonte e Parque São José, com o objetivo de melhorar as condições de tráfego e garantir maior segurança aos motoristas. Na região do bairro Santa Maria, a equipe atua na Avenida dos Imigrantes, especificamente próximo à rampa de acesso à rua inferior, onde o pavimento passa por reparos pontuais. Além dessas frentes de trabalho, uma equipe volante realiza o monitoramento e a correção de trechos que apresentam desgaste ou buracos em outras regiões do município. A ação faz parte do cronograma rotineiro de conservação da malha viária urbana. Fonte: PMV

  • Mercado de trabalho segue aquecido e deve sentir efeitos dos juros só no segundo semestre

    Apesar da elevação da taxa Selic para 14,25% ao ano em março, o mercado de trabalho brasileiro permanece aquecido. Dados de março mostram que, embora a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua tenha subido para 7% e o Caged tenha registrado a abertura de apenas 71 mil vagas — o pior número desde 2020 —, os analistas destacam que a atividade econômica ainda é robusta. Economistas explicam que o emprego tende a ser o último setor a sentir os efeitos do aperto monetário, pois as empresas evitam demissões por conta dos custos envolvidos e da dificuldade em repor mão de obra qualificada. A expectativa é de que os impactos mais visíveis dos juros só comecem a aparecer no segundo semestre de 2025. Mesmo com indícios de desaceleração, a economia ainda gera empregos líquidos. A desaceleração do emprego vem ocorrendo de forma lenta e gradual. O Copom, inclusive, não deve usar os dados do mercado de trabalho como critério decisivo para a próxima reunião sobre os juros, pois esses dados reagem com atraso ao cenário macroeconômico. Apesar da desaceleração da prévia da inflação (IPCA-15) em abril, o acumulado de 12 meses continua acima da meta. Por isso, o Banco Central segue cauteloso. Economistas acreditam que o ciclo de alta dos juros está perto do fim, mas ressaltam que ainda são necessários novos dados para uma decisão mais clara.

  • Programa do Senar, em parceria com o SPR Sete Lagoas e a ABCCMM, transforma a vida de tratador de cavalos

    “Este programa do Sistema Faemg Senar ajudou a transformar a minha vida por completo. Recebi muito conhecimento e me tornei um profissional mais competente. Abriu portas para eu conseguir um trabalho melhor, em um lugar completamente diferente, com mais qualidade de vida e com minha família mais perto de mim”. No mês de aniversário do Senar Minas, o depoimento do tratador de cavalos Bruno Virgilato representa milhares de histórias de vidas transformadas pelos cursos e programas oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Minas Gerais. Bruno foi um dos 11 participantes do Programa de Formação por Competências em Equideocultura, promovido pelo Sistema Faemg Senar no município de Sete Lagoas. A proposta de um novo emprego surgiu enquanto ele ainda realizava a capacitação, que contou com 540 horas de formação — com módulos que abrangem desde noções básicas até gestão avançada — voltada à formação de profissionais capacitados para atuar na cadeia da equideocultura no Brasil. “Na época, eu trabalhava em um haras em Pedro Leopoldo e me deslocava até Sete Lagoas para participar do programa. Durante as aulas, o proprietário de um haras entrou em contato com uma proposta de emprego, oferecendo melhor remuneração”, contou Bruno. Ele concluiu o curso no fim de janeiro e, no mês seguinte, já se mudou com a esposa, Alessandra, e as três filhas para assumir a nova função no Haras Triângulo Mineiro, na cidade de Veríssimo. No novo trabalho, Bruno é responsável pelos cuidados com 31 cavalos da raça Mangalarga Marchador. “Aqui estou aplicando todo o conhecimento que adquiri no programa — desde o trato e o manejo sanitário até o processo de doma dos animais. O curso me ajudou a ter uma visão macro do dia a dia da propriedade”, explicou. Para o futuro, Bruno deseja continuar se capacitando e já sonha em compartilhar seu aprendizado, contribuindo para a formação de outros profissionais.

  • Programa do Senar, em parceria com o SPR Sete Lagoas e a ABCCMM, transforma a vida de tratador de cavalos

    FAEMG SENAR | Divulgação“Este programa do Sistema Faemg Senar ajudou a transformar a minha vida por completo. Recebi muito conhecimento e me tornei um profissional mais competente. Abriu portas para eu conseguir um trabalho melhor, em um lugar completamente diferente, com mais qualidade de vida e com minha família mais perto de mim”. No mês de aniversário do Senar Minas , o depoimento do tratador de cavalos Bruno Virgilato representa milhares de histórias de vidas transformadas pelos cursos e programas oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Minas Gerais . Bruno foi um dos 11 participantes do Programa de Formação por Competências em Equideocultura , promovido pelo Sistema Faemg Senar no município de Sete Lagoas . A proposta de um novo emprego surgiu enquanto ele ainda realizava a capacitação, que contou com 540 horas de formação — com módulos que abrangem desde noções básicas até gestão avançada — voltada à formação de profissionais capacitados para atuar na cadeia da equideocultura no Brasil . “Na época, eu trabalhava em um haras em Pedro Leopoldo e me deslocava até Sete Lagoas para participar do programa. Durante as aulas, o proprietário de um haras entrou em contato com uma proposta de emprego, oferecendo melhor remuneração”, contou Bruno. Ele concluiu o curso no fim de janeiro e, no mês seguinte, já se mudou com a esposa, Alessandra , e as três filhas para assumir a nova função no Haras Triângulo Mineiro , na cidade de Veríssimo . No novo trabalho, Bruno é responsável pelos cuidados com 31 cavalos da raça Mangalarga Marchador . “Aqui estou aplicando todo o conhecimento que adquiri no programa — desde o trato e o manejo sanitário até o processo de doma dos animais. O curso me ajudou a ter uma visão macro do dia a dia da propriedade ”, explicou. Para o futuro, Bruno deseja continuar se capacitando e já sonha em compartilhar seu aprendizado , contribuindo para a formação de outros profissionais.

  • Pecuaristas do Norte de Minas investem em leilões

    FAEMG SENAR | Divulgação Uma das regiões de Minas Gerais com maior número de bovinos — mais de 2,5 milhões de cabeças —, o Norte do estado tem conquistado novos mercados com a evolução genética e a qualidade da criação. O trabalho nas propriedades conta com o apoio do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) , que contribui diretamente para o planejamento das pequenas e médias fazendas dedicadas à bovinocultura . Nesses locais, os produtores têm se especializado em mapeamento de mercado , atuando com eficiência na compra e venda de animais em leilões e feiras . Em São Francisco , o produtor rural José Alvino Pinto Vieira prepara, mensalmente, novos lotes para comercialização. A fazenda, que antes era voltada à produção de leite, passou por uma transformação nos últimos anos: houve padronização do rebanho , melhoria das pastagens , análises de solo e adoção de técnicas de adubação — tudo voltado para garantir a entrega de animais de alta qualidade ao mercado. “Já tem de quatro a cinco anos que eu faço a recria. Adquiro os bezerros nos leilões com média de cinco arrobas e meia, e levamos até 10 arrobas, no máximo 11, para a venda ao criador que vai fazer a terminação”, explica José Alvino. Outro exemplo vem de Eduardo José Vieira Júnior , que identificou nos leilões uma boa oportunidade de negócio. Ao lado do técnico de campo do ATeG, ele montou uma estratégia para aproveitar o calendário das feiras de animais com maior precisão . “Antes a gente não tinha período certo para colocar os animais em reprodução. Agora definimos o período de monta já visualizando o leilão, planejamos o cruzamento no momento em que o capim já está verde. Hoje, os leilões representam uma parcela significativa da renda da fazenda”, afirma o produtor.

  • 864 kg de maconha são achados em carga de caminhão no Centro-Oeste de MG

    Divulgação PRF e Polícia Civil apreendem 864 kg de maconha em caminhão em Formiga. Uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) resultou na apreensão de 864 kg de maconha e na prisão de um homem na noite de quinta-feira (1º), em Formiga, região Centro-Oeste de Minas. A droga estava escondida no compartimento de carga de um caminhão. Durante a fiscalização, os policiais encontraram os tabletes do entorpecente e deram voz de prisão ao motorista, que alegou desconhecer o conteúdo do transporte. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), em Belo Horizonte (MG), onde o caso será investigado. A ação faz parte do trabalho integrado de combate ao tráfico em Minas Gerais. Fonte: PRF

  • Fabricante retira recurso e produto Colgate Total volta a ser interditado

    Divulgação Vigência da interdição de Colgate Total Clean Mint é retomada após retirada de recurso. Foi retomada a vigência da interdição cautelar do produto Colgate Total Clean Mint, determinada no dia 27 de março deste ano. A medida havia sido suspensa por conta de um recurso apresentado pela empresa responsável, que tinha efeito suspensivo. No entanto, com a retirada voluntária do recurso pela própria fabricante, a interdição cautelar volta a valer. Assim, a comercialização do produto segue proibida enquanto durar a medida. Fonte: ANVISA

  • Caminhão capota e motorista morre ao ser lançado sob ponte em Alfenas

    Divulgação Motorista morre após caminhão capotar e cair em mata na BR-491, próximo a Alfenas. Um grave acidente foi registrado por volta das 18h30 desta quinta-feira (2), na BR-491, nas proximidades do km 213, sentido Alfenas. Um caminhão capotou e ficou atravessado sobre uma ponte. O motorista, de 27 anos, foi lançado para fora do veículo e caiu em uma área de mata densa sob a estrutura da ponte. O Corpo de Bombeiros de Alfenas foi acionado e teve dificuldades para acessar o local onde estava o motorista, devido ao terreno acidentado e à vegetação fechada. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Os militares utilizaram técnicas de salvamento terrestre e equipamentos com cordas para chegar até a vítima e fazer a retirada do corpo. O passageiro do caminhão teve apenas ferimentos leves e foi atendido pela equipe da concessionária EPR, responsável pela rodovia. A Polícia Rodoviária esteve no local, fez a sinalização e controlou o tráfego. A pista ficou interditada por mais de duas horas para os procedimentos de resgate e realização da perícia. Fonte: CBMG

  • Justiça pressiona União por atraso na contratação de assessorias para vítimas de Mariana

    Divulgação MPF MPF cobra contratação imediata de assessorias para áreas atingidas por rompimento da barragem. Seis meses após a homologação do acordo judicial firmado para a reparação integral dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), as Assessorias Técnicas Independentes (ATIs) ainda não foram contratadas. Diante da demora, o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) recomendaram ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) a contratação urgente das entidades. As ATIs devem atuar em territórios atingidos como Barra Longa (MG), Mariana (MG) e a Comunidade Quilombola do Degredo (ES), conforme previsto no acordo assinado em 2024 e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A União ficou responsável pela contratação das assessorias, que são direito garantido por lei às comunidades atingidas por desastres de barragens. A Samarco Mineração já efetuou o pagamento da primeira parcela do valor previsto no acordo, e as comunidades já escolheram as instituições que prestarão o serviço. Mesmo assim, até agora não houve avanço na formalização da contratação, o que motivou a recomendação ao MDA, gestor dos recursos. Antes disso, MPF e DPU já haviam feito tentativas de resolver a situação por meio de reuniões e ofícios. O MDA tem prazo de sete dias, após o recebimento da recomendação, para apresentar resposta. Deverá informar se acata ou não a recomendação, com justificativas e comprovação das providências adotadas. O Acordo de Repactuação foi assinado em 25 de outubro de 2024 e prevê um total de R$132 bilhões, dos quais R$100 bilhões serão destinados a entes públicos como a União, os estados de MG e ES e os municípios. O Anexo 6 do acordo trata da participação social no processo de reparação, prevendo a criação de espaços de deliberação e transparência. A contratação das ATIs, com orçamento de R$698 milhões, é um dos eixos centrais. As entidades prestarão apoio técnico às comunidades, facilitando o entendimento dos termos do acordo e colaborando na formulação e execução de projetos locais. Os trabalhos têm prazo de 42 meses, prorrogáveis. O modelo prevê auditorias externas e a possibilidade de substituição das ATIs caso metas não sejam cumpridas. Fonte: MPF

  • Aposentados que ganham mais de R$ 1.518 começam a receber o 13º

    Divulgação INSS paga 1ª parcela do 13º a quem recebe acima de 1 salário mínimo. Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS que recebem mais de um salário mínimo começam a receber, a partir desta sexta-feira (2), a primeira parcela do décimo terceiro. O pagamento será escalonado conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS), indo até o dia 8 de maio. Para quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.518), o pagamento da antecipação teve início no dia 24 de abril. Ao todo, cerca de 34,2 milhões de beneficiários estão incluídos na medida. A antecipação será paga em duas parcelas e deve injetar R$ 73,3 bilhões na economia brasileira. A segunda parcela será depositada entre os dias 26 de maio e 6 de junho, também conforme o dígito final do NIS e o valor do benefício. Desde 16 de abril, é possível consultar os valores no aplicativo Meu INSS ou pelo site gov.br/meuinss. Quem preferir pode ligar para o número 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h, com CPF em mãos. O decreto que antecipou o pagamento foi assinado no início de abril pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este é o sexto ano consecutivo com a antecipação do benefício, que até 2019 era pago em agosto e dezembro. Segundo dados de fevereiro do INSS, 70,5% dos segurados (28,68 milhões) recebem até um salário mínimo por mês. Já 11,98 milhões recebem acima do piso, sendo que 10,6 mil ganham o teto previdenciário de R$ 8.157,41. A maioria dos beneficiários receberá 50% do valor do 13º agora. Quem começou a receber após janeiro terá o valor proporcional. Beneficiários por incapacidade temporária também recebem proporcional. Já quem recebe BPC ou Renda Mensal Vitalícia não tem direito ao décimo terceiro. Fonte: Agência Brasil

  • PM flagra furto de fiação e prende casal no Jardim dos Estados, em Poços

    Divulgação Casal é preso em flagrante por furto de fiação telefônica em Poços de Caldas. Um casal foi preso em flagrante na manhã desta sexta-feira (2) por envolvimento no furto de cabos de telefone no canteiro central da Avenida Dr. David Benedito Ottoni, no bairro Jardim dos Estados, em Poços de Caldas, Sul de Minas Gerais. A Polícia Militar foi acionada após uma denúncia feita por meio da Rede de Vizinhos, informando que duas pessoas estavam retirando fiação dos postes na via. Ao chegar ao local, a equipe policial encontrou os suspeitos com uma quantidade significativa de fios telefônicos e uma faca embalada em um saco plástico. Durante a vistoria, os militares constataram que quatro postes haviam sido danificados. Os envolvidos — um homem de 36 anos e uma mulher de 39 — foram detidos, passaram por atendimento médico e, em seguida, encaminhados à Delegacia da Polícia Civil. A ocorrência resultou na apreensão do material furtado e da faca utilizada na ação. O caso foi registrado como furto qualificado. Fonte: OndaPoços

  • Justiça Federal aciona grupo acusado de fraudes milionárias em leilões da Aneel entre 2015 e 2018

    Divulgação A Justiça Federal aceitou denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra dez pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa que teria fraudado leilões promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), entre os anos de 2015 e 2018. Segundo o MPF, o grupo teria obtido de forma ilícita ao menos R$ 145,2 milhões nesse período. A acusação, apresentada pelo procurador da República Ricardo Perin Nardi, é resultado das investigações da Operação Skotos, desdobramento da Operação Black Flag, deflagrada em 2021. O núcleo da organização estaria baseado em Campinas, no interior de São Paulo. A denúncia do Ministério Público Federal foi recebida pela Justiça Federal e os acusados vão responder por delitos como fraude à licitação, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos e corrupção ativa e passiva. (Estadão Conteúdo) Com o recebimento da denúncia, os acusados passam a responder judicialmente pelos crimes de fraude à licitação, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos e corrupção ativa e passiva. Em resposta à repercussão do caso, a Aneel divulgou nota afirmando que, em 2024, aplicou à empresa envolvida e a seus controladores penalidades que incluem suspensão de participação em leilões e multas administrativas superiores a R$ 247 milhões. A agência também reforçou que seus leilões são conduzidos de maneira pública e transparente, passando por processos de consulta pública e revisão constante dos editais. Segundo a Aneel, essas medidas visam garantir segurança jurídica, maior competitividade e a seleção de agentes com capacidade técnica e financeira para realizar os projetos contratados. Fonte: MPF/SP

  • Com redução das chuvas, Aneel aciona bandeira amarela em maio e energia ficará mais cara

    Divulgação A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária para o mês de maio de 2025 será amarela. Com isso, os consumidores passarão a pagar uma taxa extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, após cinco meses consecutivos de bandeira verde, período em que não havia cobrança adicional nas contas de luz. A decisão foi tomada diante da redução das chuvas, resultado da transição do período chuvoso para o período seco, o que impacta diretamente os níveis dos reservatórios das hidrelétricas. As previsões meteorológicas indicam vazões abaixo da média para os próximos meses nas principais regiões onde estão localizados esses reservatórios, o que compromete a geração de energia hidrelétrica. Com esse cenário, aumenta a possibilidade de acionamento de usinas termelétricas, cuja energia é mais cara. O sistema de bandeiras tarifárias, implementado pela Aneel em 2015, foi criado para refletir essas variações nas condições de geração de energia no Brasil e promover maior transparência para os consumidores. As cores das bandeiras — verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2 — indicam o custo da produção de energia. Com menor produção nas hidrelétricas, a bandeira amarela é acionada para compensar os custos com as termelétricas. A Aneel reforça que o uso consciente da energia é essencial para ajudar na sustentabilidade do sistema e evitar aumentos ainda maiores. Fonte: ANEEL

Gazeta de Varginha

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