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Cemig esclarece cinco conceitos sobre energia elétrica frequentemente usados de forma incorreta

  • 30 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

fonte: cemig
fonte: cemig
A energia elétrica é essencial para o funcionamento das residências, comércios, hospitais e escolas, mas, apesar de fazer parte da rotina, muitos conceitos relacionados ao fornecimento ainda geram dúvidas entre os consumidores. Com o objetivo de orientar a população, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) esclareceu cinco expressões populares que costumam ser utilizadas de forma incorreta no dia a dia. pasted
Um dos equívocos mais comuns envolve os termos pique e pico de energia, frequentemente tratados como sinônimos. Segundo a Cemig, o pico de energia é um aumento muito rápido da tensão elétrica, que pode ocorrer, por exemplo, durante descargas atmosféricas ou variações momentâneas no sistema. Já o pique é uma queda rápida e brusca da tensão, geralmente provocada por contatos momentâneos de galhos com a rede, ventos fortes ou curtos-circuitos instantâneos. Enquanto o pico dura apenas milésimos de segundo, o pique pode se estender por alguns segundos e faz parte do mecanismo automático de proteção da rede. pasted
A companhia também destaca que o pique de luz não deve ser visto como vilão. Ele é uma resposta automática do sistema elétrico diante de falhas transitórias, permitindo que a rede se desligue e religue rapidamente para eliminar o problema e restabelecer o fornecimento com segurança, evitando interrupções prolongadas e danos à estrutura elétrica. pasted
Outro ponto esclarecido é que semáforos em modo “flash” não significam, necessariamente, falta de energia. Esse tipo de sinalização ocorre quando há falha nos equipamentos eletrônicos que controlam o trânsito ou oscilações na rede que afetam temporariamente o funcionamento dos dispositivos. Nesses casos, a responsabilidade pela verificação e ajuste é do órgão gestor do trânsito, que deve ser acionado pela população. pasted
A Cemig também diferencia falta de energia de apagão. Interrupções localizadas, causadas por queda de árvores, colisão de veículos com postes, manutenção programada ou falhas pontuais na rede, caracterizam falta de energia. Já o apagão é um evento de grandes proporções, que atinge áreas extensas, como vários municípios ou estados, envolvendo o Sistema Interligado Nacional (SIN). pasted
Por fim, a empresa esclarece a diferença entre 127 V (popularmente chamado de 110 V) e 220 V. Ambos os padrões são seguros e fazem parte da distribuição elétrica no Brasil. A Cemig reforça que um mesmo aparelho, projetado para operar em uma dessas tensões, terá a mesma potência e o mesmo consumo de energia. O que muda é apenas a corrente elétrica: em 220 V, ela é menor; em 127 V, maior. Por isso, é incorreto afirmar que o 220 V “gasta mais” ou “é mais forte”. O essencial é utilizar equipamentos compatíveis com a tensão local e manter instalações elétricas adequadas, sempre com apoio de um eletricista qualificado. pasted
Como informação adicional, a Cemig orienta sobre a identificação dos cabos nos postes. Os cabos energizados da rede elétrica ficam na parte superior das estruturas, enquanto os cabos de telecomunicações, pertencentes a empresas que utilizam a infraestrutura da companhia, devem estar posicionados abaixo do braço da iluminação pública, em altura considerada segura. A empresa mantém cadastro atualizado dessas ocupações por meio do Projeto Senso. pasted

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Gazeta de Varginha

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