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Explosões na Venezuela após Trump anunciar operação militar “em larga escala”

  • gazetadevarginhasi
  • 3 de jan.
  • 2 min de leitura
Explosões na Venezuela após Trump anunciar operação militar “em larga escala”
Divulgação Redes Sociais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças norte-americanas realizaram ataques “de grande escala” contra a Venezuela e que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a primeira-dama Cilia Flores teriam sido capturados e retirados do país por via aérea. As declarações foram publicadas por Trump na rede Truth Social.

“Os Estados Unidos realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, junto com sua esposa, foi capturado e retirado do país por via aérea”, escreveu Trump. Segundo ele, a operação contou com a atuação das forças de segurança norte-americanas e mais detalhes seriam divulgados em uma coletiva de imprensa marcada para as 11h, em Mar-a-Lago.

Em breve entrevista ao jornal The New York Times, Trump classificou a ação como “brilhante”. “Planejamento bem-feito e tropas e pessoas excelentes, excelentes. Foi uma operação brilhante, na verdade”, disse. Questionado sobre autorização do Congresso e os próximos passos, afirmou que trataria do assunto durante a coletiva.
Durante a madrugada, explosões foram registradas em diferentes regiões da Venezuela, inclusive em Caracas. De acordo com a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas na capital em um intervalo de cerca de 30 minutos. Moradores relataram tremores, presença de aeronaves em baixa altitude e correria nas ruas. Houve ainda registro de falta de energia elétrica em áreas próximas à base aérea de La Carlota.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça em instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas. O governo venezuelano decretou estado de emergência e acusou os Estados Unidos de “agressão militar”, responsabilizando diretamente o governo Trump pelos ataques.

Em comunicado oficial, o regime de Caracas convocou a população a reagir e afirmou que Washington corre o risco de lançar a América Latina no caos com um ato considerado “extremamente grave”. “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, declarou o governo.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o governo não tem informações sobre o paradeiro de Maduro e de Cilia Flores. Em pronunciamento à emissora estatal VTV, exigiu “prova de vida imediata” por parte do governo dos Estados Unidos.

Já o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, declarou que áreas urbanas foram atingidas por mísseis e foguetes disparados de helicópteros de combate, incluindo a instalação militar de Forte Tiuna, em Caracas. Segundo ele, o governo ainda apura o número de mortos e feridos. O ministro reforçou que o país resistirá à presença de tropas estrangeiras em território venezuelano.

Dias antes, em entrevista divulgada na quinta-feira (1º), Maduro havia sinalizado interesse em negociar com os Estados Unidos um acordo voltado ao combate ao narcotráfico. Apesar do tom conciliatório, o presidente venezuelano voltou a acusar Washington de tentar forçar uma mudança de governo para ter acesso a recursos naturais do país, como o petróleo.
Fonte: Informaçoes AgBrasil

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Gazeta de Varginha

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