Instituto de pai de Rafaela Drumond vai acolher vítimas de assédio e discriminação em MG
- 11 de jan. de 2024
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Espaço será inaugurado em Barbacena. Escrivã foi encontrada morta em casa no ano passado após ter denunciado casos de assédio na delegacia em que trabalhava. Delegado foi multado de R$ 2 mil e processo foi arquivado.

O pai da escrivã da Polícia Civil, Rafaela Drumond, vai fundar um instituto com o nome dela em Barbacena (MG) para o acolhimento de pessoas vítimas de assédio ou qualquer tipo de discriminação.
Rafaela foi encontrada morta no ano passado após ter denunciado assédio moral na corporação.
O Instituto Rafaela Drumond terá como objetivo central o apoio a todas as pessoas que sofrem qualquer tipo de discriminação, de gênero, raça, sexo, religião, no ambiente familiar, do trabalho, da escola, dentre outras.
“O Instituto Rafaela Drumond surge com a missão de apoiar pessoas e de valorizar a vida”, destaca o convite.
Ao g1, Aldair destacou que após a repercussão da morte de Rafaela Drumond, diversas outras mulheres que exercem a mesma função da filha o procuraram para conversar sobre situações semelhantes vividas por elas e, a partir daí, ele pensou em fundar o instituto.
“Na minha situação de pai eu consegui orientar e ajudar muitas delas. Algumas pediram exoneração do cargo para dar significado às próprias vidas e outras se ressignificaram dentro do próprio serviço”, revelou.







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